Agnaldo Balieiro da Gama

Foto de Agnaldo Balieiro da Gama
Agnaldo Balieiro da Gama
7 eleições entre 2002 e 2026 · último partido MDB
56 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Aposentado (exceto Servidor Público)
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Balieiro (MDB) ficou como suplente de deputado estadual pelo Amapá em 2026, com 567 votos, pelo resultado oficial do TSE. Balieiro (Agnaldo Balieiro da Gama) disputou 7 eleições entre 2002 e 2026, para deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 1 vez: deputado estadual em 2010. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por AP: 4.855 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por AP, declarou R$ 152 mil em receitas: R$ 150 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 2 mil do Fundo Partidário. Os gastos contratados somam R$ 82 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 30 mil), serviços próprios prestados por terceiros (R$ 24 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 15 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 70 mil em 2014 e R$ 65 mil em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

567 votos em 2026 · 7 eleições

A votação de Agnaldo Balieiro da Gama em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 152 mil em receitas · R$ 82 mil em gastos contratados

Balieiro declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Amapá em 2006, 2010, 2014 e 2026, e vereador em Macapá (AP) em 2008. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 152 mil em receitas: R$ 150 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 2 mil do Fundo Partidário. Os gastos contratados somam R$ 82 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 30 mil) e serviços próprios prestados por terceiros (R$ 24 mil); R$ 74 mil já foram pagos. Em 2014, R$ 70 mil em gastos contratados; em 2010, R$ 65 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.

Receitas em 2026R$ 152 milparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 82 milcontratados, parcial; R$ 74 mil pagos
Gastos em 2014R$ 70 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2006 a 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado estadual, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 152 mil
sem doações de pessoas
FEFC 99% · Fundo Partidário 1%
Gasto contratado
R$ 82 mil
pago até agora: R$ 74 mil (91%)
  • Serviços advocatíciosR$ 30 mil36,8%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 24 mil29,4%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 15 mil17,8%
  • Serviços contábeisR$ 8 mil9,2%
  • Outras 3 categoriasR$ 6 mil6,8%
2014Deputado estadual, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 70 mil
14 doadores pessoas físicas
pessoas 43% · próprios 57%
Gasto contratado
R$ 70 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 21 mil30,6%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 21 mil29,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 11 mil15,0%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 8 mil11,5%
  • Outras 5 categoriasR$ 9 mil13,0%
2010Deputado estadual, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 65 mil
22 doadores pessoas físicas
pessoas 98% · empresas 2%
Gasto contratado
R$ 65 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 20 mil31,3%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 45 mil68,7%
Ver as 2 campanhas anteriores
2008Vereador, Macapá (AP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 15 mil
6 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 6% · pessoas 25% · próprios 69%
Gasto contratado
R$ 15 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 4 mil24,0%
  • Materiais de expedienteR$ 1701,2%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1160,8%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 1100,8%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 200 lançados como "diversas a especificar"R$ 11 mil73,2%
2006Deputado estadual, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 11 mil
3 doadores pessoas físicas
partido 11% · pessoas 33% · próprios 56%
Gasto contratado
R$ 11 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 5 mil40,8%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 820,7%
  • Outras 3 categoriasR$ 7 mil58,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2010

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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Balieiro (MDB): suplente de deputado estadual pelo Amapá em 2026, votos e candidaturas · Radar do Voto