Antonio Roberto Rodrigues Goes da Silva

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Antonio Roberto Rodrigues Goes da Silva
10 eleições entre 1994 e 2026 · último partido UNIÃO
60 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Administrador
redes informadas ao TSE
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Roberto Góes (UNIÃO) foi eleito deputado estadual pelo Amapá em 2026, com 7.990 votos, pelo resultado oficial do TSE. Roberto Góes (Antônio Roberto Rodrigues Góes da Silva) disputou 10 eleições entre 1994 e 2026, para deputado estadual, deputado federal e prefeito. Ele foi eleito 8 vezes: deputado estadual em 2026, 2022, 2006, 2002, 1998 e 1994; deputado federal em 2014; prefeito de Macapá em 2008. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Macapá/AP: 98.892 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 53,8 milhões empenhados em 31 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019, para 12 municípios; 90% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputado estadual por AP, declarou R$ 773 mil em receitas: R$ 387 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 387 mil do Fundo Partidário. Os gastos contratados somam R$ 282 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 101 mil), serviços advocatícios (R$ 50 mil) e publicidade por adesivos (R$ 39 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 450 mil em 2022 (78% com publicidade por materiais impressos) e R$ 521 mil em 2018.

Deputado Estadual · 2026
7.990
votos · AP
ELEITO
Mandato até 2030
4 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

7.990 votos em 2026 (eleito) · 10 eleições

A votação de Antonio Roberto Rodrigues Goes da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualPrefeitoDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 773 mil em receitas · R$ 282 mil em gastos contratados

Roberto Góes declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: deputado estadual por Amapá em 2006, 2022 e 2026, prefeito em Macapá (AP) em 2008 e 2012, e deputado federal por Amapá em 2014 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 773 mil em receitas: R$ 387 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 387 mil do Fundo Partidário. Os gastos contratados somam R$ 282 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 101 mil) e serviços advocatícios (R$ 50 mil); R$ 122 mil já foram pagos. Em 2022, 78% dos R$ 450 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2018, 48% dos R$ 521 mil em gastos foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.

Receitas em 2026R$ 773 milparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 282 milcontratados, parcial; R$ 122 mil pagos
Gastos em 2022R$ 450 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas7de 2006 a 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado estadual, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 773 mil
sem doações de pessoas
FEFC 50% · Fundo Partidário 50%
Gasto contratado
R$ 282 mil
pago até agora: R$ 122 mil (43%)
  • Serviços de terceirosR$ 101 mil35,9%
  • Serviços advocatíciosR$ 50 mil17,8%
  • Publicidade por adesivosR$ 39 mil13,8%
  • Materiais impressosR$ 37 mil13,1%
  • Outras 6 categoriasR$ 54 mil19,3%
2022Deputado estadual, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 450 mil
sem doações de pessoas
FEFC 18% · Fundo Partidário 82%
Gasto contratado
R$ 450 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 350 mil77,8%
  • Serviços de terceirosR$ 30 mil6,7%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 22 mil4,9%
  • Serviços advocatíciosR$ 20 mil4,4%
  • Outras 4 categoriasR$ 28 mil6,2%
2018Deputado federal, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 542 mil
10 doadores pessoas físicas
FEFC 92% · pessoas 8%
Gasto contratado
R$ 521 mil
tudo pago (100%)
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 250 mil48,0%
  • Materiais impressosR$ 131 mil25,1%
  • Publicidade por adesivosR$ 71 mil13,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 14 mil2,8%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 45 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 55 mil10,5%
Ver as 4 campanhas anteriores
2014Deputado federal, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 82 mil
14 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 11% · pessoas 78% · empresas 12%
Gasto contratado
R$ 82 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 54 mil65,5%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 13 mil16,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 7 mil8,5%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 5 mil6,1%
  • Outras 3 categoriasR$ 3 mil3,9%
2012Prefeito, Macapá (AP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,8 milhão
7 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 98% · pessoas 2% · empresas menos de 1%
Gasto contratado
R$ 1,7 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 600 mil34,8%
  • Materiais impressosR$ 381 mil22,1%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 229 mil13,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 133 mil7,7%
  • Outras 10 categoriasinclui R$ 61 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 383 mil22,2%
2008Prefeito, Macapá (AP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,9 milhão
6 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 95% · pessoas 1% · empresas 2% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 1,9 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 36 mil1,9%
  • Multas eleitoraisR$ 5 mil0,3%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 81menos de 0,1%
  • Outras 1 categoriaR$ 1,8 milhão97,8%
2006Deputado estadual, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 105 mil
31 doadores pessoas físicas
pessoas 88% · próprios 12%
Gasto contratado
R$ 105 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 38 mil36,3%
  • Materiais impressosR$ 30 mil28,3%
  • Serviços de terceirosR$ 10 mil9,6%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 8 mil8,1%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 12 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 19 mil17,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Emendas parlamentares

R$ 53,8 milhões empenhados · 90% pago · 31 emendas em 12 municípios

Câmara dos Deputados. Informativo, a partir de dados públicos oficiais1 · resumo e análise gerados com IA2 · dados atualizados em 01/10/20263

Na Câmara dos Deputados, Roberto Góes teve R$ 53,8 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 31 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019 (legislatura 2015 a 2018), para 12 municípios. Já foram pagos R$ 48,3 milhões (90%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (50%). As cidades que mais receberam foram Macapá, Calçoene e Oiapoque.2

EmpenhadoR$ 53,8 milhõesorçamentos de 2016 a 2019
PagoR$ 48,3 milhões90% do empenhado, com restos a pagar
Emendas31individuais
Municípios12diferentes
Por ano do orçamento
OrçamentoEmpenhadoPago% pagoEmendasMunicípios
2019R$ 15,3 milhõesR$ 14,1 milhões92%78
2018R$ 12,7 milhõesR$ 11,6 milhões92%65
2017R$ 12,5 milhõesR$ 11,1 milhões89%71
2016R$ 13,4 milhõesR$ 11,4 milhões85%111
TotalR$ 53,8 milhõesR$ 48,2 milhões90%3112

Funções que mais receberam

  1. 1SaúdeR$ 27,2 milhões50,5%
  2. 2Desporto e LazerR$ 12,7 milhões23,6%
  3. 3Defesa NacionalR$ 8,5 milhões15,8%

Municípios que mais receberam

  1. 1MacapáR$ 20,4 milhões37,9%
  2. 2CalçoeneR$ 500 mil0,9%
  3. 3OiapoqueR$ 500 mil0,9%

Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.

Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›

  1. 1

    Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩

  2. 2

    Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩

  3. 3

    Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 01/10/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩

Candidaturas

10 candidaturas · eleito em 2014, 2022 e 2026

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892