- Serviços de terceirosR$ 101 mil35,9%
- Serviços advocatíciosR$ 50 mil17,8%
- Publicidade por adesivosR$ 39 mil13,8%
- Materiais impressosR$ 37 mil13,1%
- Outras 6 categoriasR$ 54 mil19,3%
Roberto Góes (UNIÃO) foi eleito deputado estadual pelo Amapá em 2026, com 7.990 votos, pelo resultado oficial do TSE. Roberto Góes (Antônio Roberto Rodrigues Góes da Silva) disputou 10 eleições entre 1994 e 2026, para deputado estadual, deputado federal e prefeito. Ele foi eleito 8 vezes: deputado estadual em 2026, 2022, 2006, 2002, 1998 e 1994; deputado federal em 2014; prefeito de Macapá em 2008. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Macapá/AP: 98.892 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 53,8 milhões empenhados em 31 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019, para 12 municípios; 90% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputado estadual por AP, declarou R$ 773 mil em receitas: R$ 387 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 387 mil do Fundo Partidário. Os gastos contratados somam R$ 282 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 101 mil), serviços advocatícios (R$ 50 mil) e publicidade por adesivos (R$ 39 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 450 mil em 2022 (78% com publicidade por materiais impressos) e R$ 521 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Antonio Roberto Rodrigues Goes da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Roberto Góes declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: deputado estadual por Amapá em 2006, 2022 e 2026, prefeito em Macapá (AP) em 2008 e 2012, e deputado federal por Amapá em 2014 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 773 mil em receitas: R$ 387 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 387 mil do Fundo Partidário. Os gastos contratados somam R$ 282 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 101 mil) e serviços advocatícios (R$ 50 mil); R$ 122 mil já foram pagos. Em 2022, 78% dos R$ 450 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2018, 48% dos R$ 521 mil em gastos foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Roberto Góes teve R$ 53,8 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 31 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019 (legislatura 2015 a 2018), para 12 municípios. Já foram pagos R$ 48,3 milhões (90%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (50%). As cidades que mais receberam foram Macapá, Calçoene e Oiapoque.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2019 | R$ 15,3 milhões | R$ 14,1 milhões | 92% | 7 | 8 |
| 2018 | R$ 12,7 milhões | R$ 11,6 milhões | 92% | 6 | 5 |
| 2017 | R$ 12,5 milhões | R$ 11,1 milhões | 89% | 7 | 1 |
| 2016 | R$ 13,4 milhões | R$ 11,4 milhões | 85% | 11 | 1 |
| Total | R$ 53,8 milhões | R$ 48,2 milhões | 90% | 31 | 12 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 01/10/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.