- PessoalR$ 30 mil39,8%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 10 mil13,3%
- Serviços de terceirosR$ 10 mil13,3%
- Cessão ou locação de veículosR$ 9 mil11,9%
- Outras 4 categoriasR$ 16 mil21,7%
Adolfo Nery (PL) ficou como suplente de deputado estadual pelo Amapá em 2026, com 515 votos, pelo resultado oficial do TSE. Adolfo Nery (Adolpho Eugenio de Oliveira Nery Filho) disputou 3 eleições entre 2006 e 2026, para deputado estadual e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por AP: 2.319 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por AP, declarou R$ 109 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 9 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 75 mil, principalmente com pessoal (R$ 30 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 10 mil) e serviços de terceiros (R$ 10 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 35 mil em 2016 e R$ 22 mil em 2006.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Adolpho Eugenio de Oliveira Nery Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Adolfo Nery declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Amapá em 2006 e 2026, e vereador em Macapá (AP) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 109 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 9 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 75 mil, principalmente com pessoal (R$ 30 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 10 mil); R$ 21 mil já foram pagos. Em 2016, R$ 35 mil em gastos contratados; em 2006, 63% dos R$ 22 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.