- PessoalR$ 555 mil47,5%
- Serviços de terceirosR$ 312 mil26,7%
- Cessão ou locação de veículosR$ 250 mil21,4%
- Serviços advocatíciosR$ 23 mil1,9%
- Outras 3 categoriasR$ 30 mil2,6%
Fátima Pelaes (UNIÃO) ficou como suplente de deputada federal pelo Amapá em 2026, com 5.102 votos, pelo resultado oficial do TSE. Fátima Pelaes (Fátima Lúcia Pelaes) disputou 12 eleições entre 1990 e 2026, para deputada federal, senadora, prefeita e governadora. Ela foi eleita 5 vezes: deputada federal em 2010, 2006, 1998, 1994 e 1990. A maior votação foi em 2018, para senadora por AP: 40.403 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 25,1 milhões empenhados em 8 emendas individuais ao orçamento de 2026, para 7 municípios; 67% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputada federal por AP, declarou R$ 2,1 milhões em receitas: R$ 2,1 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,2 milhão, principalmente com pessoal (R$ 555 mil), serviços de terceiros (R$ 312 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 250 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 2 milhões em 2022 e R$ 2 milhões em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Fatima Lúcia Pelaes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Fátima Pelaes declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: deputada federal por Amapá em 2006, 2010, 2014, 2022 e 2026, prefeita em Macapá (AP) em 2008, e senadora por Amapá em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 2,1 milhões em receitas: R$ 2,1 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,2 milhão, principalmente com pessoal (R$ 555 mil) e serviços de terceiros (R$ 312 mil); R$ 1,2 milhão já foram pagos. Em 2022, R$ 2 milhões em gastos; em 2018, R$ 2 milhões em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Fátima Pelaes teve R$ 25,1 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 8 emendas individuais ao orçamento de 2026 (legislatura 2023 a 2026), para 7 municípios. Já foram pagos R$ 16,8 milhões (67%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Encargos Especiais (78%). As cidades que mais receberam foram Santana, Cutias e Pracuúba.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 25,1 milhões | R$ 16,8 milhões | 67% | 8 | 7 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 01/10/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Deputado Federal, 2022: resultado atualizado pelo TSE depois da eleição. Antes constava não eleito nos dados do TSE; nos dados mais recentes do TSE consta suplente. Fonte: TSE, dados abertos de candidatos.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.