- Materiais impressosR$ 23 mil45,7%
- Serviços de terceirosR$ 19 mil37,2%
- Cessão ou locação de veículosR$ 9 mil17,1%
- Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 3menos de 0,1%
Cris da Abb (PDT) ficou como suplente de deputada estadual pelo Amapá em 2026, com 205 votos, pelo resultado oficial do TSE. Cris da Abb (Cristina Santos de Oliveira Cosme) disputou 4 eleições entre 2016 e 2026, para deputada estadual e vereadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputada estadual por AP: 423 votos. Na campanha de 2026 para deputada estadual por AP, declarou R$ 106 mil em receitas: R$ 90 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 12 mil do Fundo Partidário e R$ 4 mil de doações privadas (4 doadores). Os gastos contratados somam R$ 51 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 23 mil), serviços de terceiros (R$ 19 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 9 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 36 mil em 2020 e R$ 99 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Cristina Santos de Oliveira Cosme em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Cris da Abb declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereadora em Macapá (AP) em 2016 e 2020, e deputada estadual por Amapá em 2018 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 106 mil em receitas: R$ 90 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 12 mil do Fundo Partidário e R$ 4 mil de doações privadas (4 doadores). Os gastos contratados somam R$ 51 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 23 mil) e serviços de terceiros (R$ 19 mil); R$ 51 mil já foram pagos. Em 2020, R$ 36 mil em gastos; em 2018, R$ 99 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.