Celisa Penna Melo Capelari

Foto de Celisa Penna Melo Capelari
Celisa Penna Melo Capelari
5 eleições entre 2006 e 2026 · último partido PT
57 anos em 2026 · Feminino · Superior completo
Pedagogo
redes informadas ao TSE
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Celisa Melo (PT) ficou como suplente de deputada estadual pelo Amapá em 2026, com 199 votos, pelo resultado oficial do TSE. Celisa Melo (Celisa Penna Melo Capelari) disputou 5 eleições entre 2006 e 2026, para deputada estadual, vereadora e senadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2006, para senadora por AP: 3.608 votos. Na campanha de 2020 para vereadora em Macapá/AP, declarou R$ 11 mil em receitas: R$ 6 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 4 mil de doações privadas. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 3 mil em 2008 e R$ 2 mil em 2006.

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Evolução da votação nas eleições

199 votos em 2026 · 5 eleições

A votação de Celisa Penna Melo Capelari em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

SenadorDep. EstadualVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 11 mil em receitas

Celisa Melo declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: senadora por Amapá em 2006, e vereadora em Macapá (AP) em 2008 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 11 mil em receitas: R$ 6 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 4 mil de doações privadas. Em 2008, R$ 3 mil em gastos contratados; em 2006, 82% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com publicidade por placas, estandartes e faixas.

Receitas em 2020R$ 11 milcampanha encerrada
Gastos em 2008R$ 3 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32006, 2008 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereadora, Macapá (AP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 11 mil
doações de pessoas
FEFC 60% · pessoas 40%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2008Vereadora, Macapá (AP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 9% · pessoas 91%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 3 mil100,0%
2006Senadora, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
pessoas 99% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 1 mil82,4%
  • Materiais impressosR$ 19211,3%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 211,2%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 87 lançados como "diversas a especificar"R$ 875,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892
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