Carlos Camilo Goes Capiberibe

Foto de Carlos Camilo Goes Capiberibe
Carlos Camilo Goes Capiberibe
7 eleições entre 2006 e 2026 · último partido PT
54 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Deputado
redes informadas ao TSE
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Camilo Capiberibe (PT) ficou como suplente de deputado federal pelo Amapá em 2026, com 6.296 votos, pelo resultado oficial do TSE. Camilo Capiberibe (Carlos Camilo Góes Capiberibe) disputou 7 eleições entre 2006 e 2026, para deputado federal, governador, prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 3 vezes: deputado federal em 2018; governador em 2010; deputado estadual em 2006. A maior votação foi em 2010, para governador por AP: 170.277 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 76,4 milhões empenhados em 62 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2023, para 90 municípios; 90% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputado federal por AP, declarou R$ 703 mil em receitas: R$ 702 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 1 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 133 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 46 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 35 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 20 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 2,5 milhões em 2022 e R$ 500 mil em 2018.

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Evolução da votação nas eleições

6.296 votos em 2026 · 7 eleições

A votação de Carlos Camilo Goes Capiberibe em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualPrefeitoGovernadorDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 703 mil em receitas · R$ 133 mil em gastos contratados

Camilo Capiberibe declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: deputado estadual por Amapá em 2006, prefeito em Macapá (AP) em 2008, governador por Amapá em 2010 e 2014, e deputado federal por Amapá em 2018, 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 703 mil em receitas: R$ 702 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 1 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 133 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 46 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 35 mil); R$ 133 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 2,5 milhões em gastos; em 2018, R$ 500 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.

Receitas em 2026R$ 703 milparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 133 milcontratados, parcial; R$ 133 mil pagos
Gastos em 2022R$ 2,5 milhõescampanha encerrada; tudo pago
Campanhas7de 2006 a 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado federal, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 703 mil
doações de pessoas
FEFC 99% · pessoas menos de 1%
Gasto contratado
R$ 133 mil
pago até agora: R$ 133 mil (100%)
  • Materiais impressosR$ 46 mil34,3%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 35 mil26,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 20 mil15,0%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 18 mil13,1%
  • Outras 4 categoriasR$ 15 mil11,3%
2022Deputado federal, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2,6 milhões
44 doadores pessoas físicas
FEFC 96% · pessoas 4%
Gasto contratado
R$ 2,5 milhões
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 630 mil24,7%
  • Serviços de terceirosR$ 490 mil19,2%
  • Serviços advocatíciosR$ 278 mil10,9%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 269 mil10,6%
  • Outras 12 categoriasinclui R$ 26 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 292 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 882 mil34,6%
2018Deputado federal, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 507 mil
6 doadores pessoas físicas
FEFC 99% · pessoas 1%
Gasto contratado
R$ 500 mil
tudo pago (100%)
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 166 mil33,2%
  • Materiais impressosR$ 156 mil31,2%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 40 mil8,0%
  • AlimentaçãoR$ 37 mil7,4%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 56 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 101 mil20,2%
Ver as 4 campanhas anteriores
2014Governador, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 734 mil
17 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 3% · pessoas 7% · empresas 90%
Gasto contratado
R$ 740 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 188 mil25,4%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 129 mil17,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 114 mil15,4%
  • Publicidade por telemarketingR$ 100 mil13,5%
  • Outras 9 categoriasR$ 210 mil28,3%
2010Governador, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 395 mil
15 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 6% · partido 70% · pessoas 9% · empresas 15%
Gasto contratado
R$ 395 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 142 mil35,9%
  • Transporte ou deslocamentoR$ 77 mil19,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 34 mil8,5%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 32 mil8,0%
  • Outras 9 categoriasR$ 111 mil28,1%
2008Prefeito, Macapá (AP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 109 mil
18 doadores pessoas físicas
partido 10% · pessoas 44% · empresas 35% · próprios 11%
Gasto contratado
R$ 109 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 22 mil19,9%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 17 mil16,0%
  • Transporte ou deslocamentoR$ 11 mil10,4%
  • Serviços de terceirosR$ 7 mil6,0%
  • Outras 10 categoriasR$ 52 mil47,8%
2006Deputado estadual, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 89 mil
38 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 3% · pessoas 82% · empresas 15%
Gasto contratado
R$ 89 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 8 mil9,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 8 mil8,7%
  • TelefoneR$ 1 mil1,2%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 5560,6%
  • Outras 10 categoriasinclui R$ 8 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 72 mil80,2%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Emendas parlamentares

R$ 76,4 milhões empenhados · 90% pago · 62 emendas em 90 municípios

Câmara dos Deputados. Informativo, a partir de dados públicos oficiais1 · resumo e análise gerados com IA2 · dados atualizados em 01/10/20263

Na Câmara dos Deputados, Camilo Capiberibe teve R$ 76,4 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 62 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2023 (legislatura 2019 a 2022), para 90 municípios. Já foram pagos R$ 69,1 milhões (90%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (47%). As cidades que mais receberam foram Macapá, Rio Branco e Santana.2

EmpenhadoR$ 76,4 milhõesorçamentos de 2020 a 2023
PagoR$ 69,1 milhões90% do empenhado, com restos a pagar
Emendas62individuais
Municípios90diferentes
Por ano do orçamento
OrçamentoEmpenhadoPago% pagoEmendasMunicípios
2023R$ 28,8 milhõesR$ 26,9 milhões93%1455
2022R$ 17,4 milhõesR$ 15,8 milhões91%1017
2021R$ 13,1 milhõesR$ 11,1 milhões84%1424
2020R$ 15,3 milhõesR$ 13,5 milhões88%2424
TotalR$ 74,7 milhõesR$ 67,3 milhões90%6290

Funções que mais receberam

  1. 1SaúdeR$ 36,1 milhões47,2%
  2. 2Encargos EspeciaisR$ 14,1 milhões18,5%
  3. 3MúltiploR$ 8,8 milhões11,5%

Municípios que mais receberam

  1. 1MacapáR$ 29,9 milhões39,2%
  2. 2Rio BrancoR$ 3 milhões3,9%
  3. 3SantanaR$ 1,3 milhão1,7%

Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.

Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›

  1. 1

    Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩

  2. 2

    Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩

  3. 3

    Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 01/10/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2006, 2010 e 2018

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892