- Materiais impressosR$ 46 mil34,3%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 35 mil26,3%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 20 mil15,0%
- Cessão ou locação de veículosR$ 18 mil13,1%
- Outras 4 categoriasR$ 15 mil11,3%
Camilo Capiberibe (PT) ficou como suplente de deputado federal pelo Amapá em 2026, com 6.296 votos, pelo resultado oficial do TSE. Camilo Capiberibe (Carlos Camilo Góes Capiberibe) disputou 7 eleições entre 2006 e 2026, para deputado federal, governador, prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 3 vezes: deputado federal em 2018; governador em 2010; deputado estadual em 2006. A maior votação foi em 2010, para governador por AP: 170.277 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 76,4 milhões empenhados em 62 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2023, para 90 municípios; 90% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputado federal por AP, declarou R$ 703 mil em receitas: R$ 702 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 1 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 133 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 46 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 35 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 20 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 2,5 milhões em 2022 e R$ 500 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Carlos Camilo Goes Capiberibe em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Camilo Capiberibe declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: deputado estadual por Amapá em 2006, prefeito em Macapá (AP) em 2008, governador por Amapá em 2010 e 2014, e deputado federal por Amapá em 2018, 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 703 mil em receitas: R$ 702 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 1 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 133 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 46 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 35 mil); R$ 133 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 2,5 milhões em gastos; em 2018, R$ 500 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Camilo Capiberibe teve R$ 76,4 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 62 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2023 (legislatura 2019 a 2022), para 90 municípios. Já foram pagos R$ 69,1 milhões (90%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (47%). As cidades que mais receberam foram Macapá, Rio Branco e Santana.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2023 | R$ 28,8 milhões | R$ 26,9 milhões | 93% | 14 | 55 |
| 2022 | R$ 17,4 milhões | R$ 15,8 milhões | 91% | 10 | 17 |
| 2021 | R$ 13,1 milhões | R$ 11,1 milhões | 84% | 14 | 24 |
| 2020 | R$ 15,3 milhões | R$ 13,5 milhões | 88% | 24 | 24 |
| Total | R$ 74,7 milhões | R$ 67,3 milhões | 90% | 62 | 90 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 01/10/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.