Maria Ivoneide Oliveira Chagas

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Maria Ivoneide Oliveira Chagas
2 eleições entre 2022 e 2026 · último partido PV
57 anos em 2026 · Feminino · Superior completo
Pedagogo
redes informadas ao TSE
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Ivone Chagas (PV) ficou como suplente de deputada federal pelo Amapá em 2026, com 6.810 votos, pelo resultado oficial do TSE. Ivone Chagas (Maria Ivoneide Oliveira Chagas) disputou 2 eleições entre 2022 e 2026, para deputada federal. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2026, para deputada federal por AP: 6.810 votos. Na campanha de 2026 para deputada federal por AP, declarou R$ 510 mil em receitas: R$ 500 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 10 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com criação e inclusão de páginas na internet (R$ 5 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Na campanha de 2022, já encerrada, gastou R$ 1 milhão.

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Evolução da votação nas eleições

6.810 votos em 2026 · 2 eleições

A votação de Maria Ivoneide Oliveira Chagas em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 510 mil em receitas · R$ 5 mil em gastos contratados

Ivone Chagas declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputada federal por Amapá em 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 510 mil em receitas: R$ 500 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 10 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com criação e inclusão de páginas na internet (R$ 5 mil); R$ 0 já foram pagos. Em 2022, R$ 1 milhão em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.

Receitas em 2026R$ 510 milparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 5 milcontratados, parcial; R$ 0 pagos
Gastos em 2022R$ 1 milhãocampanha encerrada; tudo pago
Campanhas22022 e 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
2026parcialDeputada federal, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 510 mil
doações de pessoas
FEFC 98% · pessoas 2%
Gasto contratado
R$ 5 mil
pago até agora: R$ 0 (0%)
  • Criação e inclusão de páginas na internetR$ 5 mil100,0%
2022Deputada federal, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,2 milhão
68 doadores pessoas físicas
FEFC 81% · pessoas 19%
Gasto contratado
R$ 1 milhão
tudo pago (100%)
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 310 mil30,5%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 300 mil29,6%
  • Materiais impressosR$ 115 mil11,3%
  • Serviços de terceirosR$ 115 mil11,3%
  • Outras 4 categoriasR$ 176 mil17,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892