- Cessão ou locação de veículosR$ 10 mil35,6%
- PessoalR$ 6 mil21,0%
- Serviços contábeisR$ 4 mil12,5%
- Serviços advocatíciosR$ 3 mil10,7%
- Outras 4 categoriasR$ 6 mil20,3%
Juliana Carvalho (REDE) ficou como suplente de deputada estadual pelo Amapá em 2026, com 143 votos, pelo resultado oficial do TSE. Juliana Carvalho (Juliana Queila Carvalho dos Santos Ramos) disputou 2 eleições entre 2020 e 2026, para deputada estadual e vereadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2026 para deputada estadual por AP, declarou R$ 70 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 28 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 10 mil), pessoal (R$ 6 mil) e serviços contábeis (R$ 4 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento.
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Juliana Carvalho declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputada estadual por Amapá em 2026. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 70 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 28 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 10 mil) e pessoal (R$ 6 mil); R$ 28 mil já foram pagos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.