- Materiais impressosR$ 241 mil69,1%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 35 mil10,0%
- Cessão ou locação de veículosR$ 33 mil9,5%
- Serviços de terceirosR$ 16 mil4,6%
- Outras 5 categoriasR$ 24 mil6,8%
Rogério Serrão (PSD) ficou como suplente de deputado estadual pelo Amapá em 2026, com 3.500 votos, pelo resultado oficial do TSE. Rogério Serrão (Paulo Rogério da Costa Serrão) disputou 2 eleições entre 2012 e 2026, para deputado estadual e vice-prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2026 para deputado estadual por AP, declarou R$ 362 mil em receitas: R$ 350 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 12 mil de doações privadas (11 doadores). Os gastos contratados somam R$ 348 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 241 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 35 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 33 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento.
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Rogério Serrão declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por Amapá em 2026. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 362 mil em receitas: R$ 350 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 12 mil de doações privadas (11 doadores). Os gastos contratados somam R$ 348 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 241 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 35 mil); R$ 347 mil já foram pagos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.