Kassyo Santos Ramos

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Kassyo Santos Ramos
7 eleições entre 2004 e 2026 · último partido PODE
47 anos em 2026 · Masculino · Ensino médio completo
Empresário
redes informadas ao TSE
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Kassyo Ramos (PODE) ficou como suplente de deputado federal pelo Amapá em 2026, com 8.393 votos, pelo resultado oficial do TSE. Kassyo Ramos (Kassyo Santos Ramos) disputou 7 eleições entre 2004 e 2026, para deputado federal, vereador e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2022, para deputado federal por AP: 10.472 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por AP, declarou R$ 1 milhão em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 1 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 326 mil), serviços de terceiros (R$ 258 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 197 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 3,2 milhões em 2022 e R$ 205 mil em 2018.

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Evolução da votação nas eleições

8.393 votos em 2026 · 7 eleições

A votação de Kassyo Santos Ramos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 1 milhão em receitas · R$ 1 milhão em gastos contratados

Kassyo Ramos declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: vereador em Santana (AP) em 2008, deputado estadual por Amapá em 2014, vereador em Macapá (AP) em 2016, e deputado federal por Amapá em 2018, 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1 milhão em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 1 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 326 mil) e serviços de terceiros (R$ 258 mil); R$ 999 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 3,2 milhões em gastos; em 2018, 56% dos R$ 205 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.

Receitas em 2026R$ 1 milhãoparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 1 milhãocontratados, parcial; R$ 999 mil pagos
Gastos em 2022R$ 3,2 milhõescampanha encerrada; tudo pago
Campanhas6de 2008 a 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado federal, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 milhão
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
R$ 1 milhão
pago até agora: R$ 999 mil (99%)
  • Materiais impressosR$ 326 mil32,5%
  • Serviços de terceirosR$ 258 mil25,7%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 197 mil19,6%
  • Serviços advocatíciosR$ 100 mil10,0%
  • Outras 6 categoriasR$ 123 mil12,2%
2022Deputado federal, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3,2 milhões
15 doadores pessoas físicas
FEFC 99% · pessoas menos de 1%
Gasto contratado
R$ 3,2 milhões
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 1,2 milhão38,8%
  • Publicidade por adesivosR$ 1,1 milhão34,3%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 250 mil7,9%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 202 mil6,4%
  • Outras 6 categoriasR$ 402 mil12,7%
2018Deputado federal, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 206 mil
3 doadores pessoas físicas
FEFC 97% · partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 2% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 205 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 115 mil56,1%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 60 mil29,2%
  • Serviços de terceirosR$ 24 mil11,7%
  • Publicidade por adesivosR$ 4 mil2,0%
  • Outras 2 categoriasR$ 2 mil1,0%
Ver as 3 campanhas anteriores
2016Vereador, Macapá (AP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 10 mil
8 doadores pessoas físicas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 10 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil28,7%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 2 mil23,9%
  • Locação de imóveisR$ 1 mil11,5%
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil11,5%
  • Outras 3 categoriasR$ 3 mil24,4%
2014Deputado estadual, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 8 mil
3 doadores pessoas físicas
pessoas 74% · próprios 26%
Gasto contratado
R$ 7 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 6 mil88,6%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 7029,7%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 1181,6%
2008Vereador, Santana (AP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
pessoas 51% · próprios 49%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 2 mil100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892