- Militância e mobilização de ruaR$ 120 mil49,5%
- Serviços advocatíciosR$ 70 mil28,9%
- Serviços contábeisR$ 40 mil16,5%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 13 mil5,2%
- Outras 1 categoriaR$ 1menos de 0,1%
Aline Teixeira (MDB) ficou como suplente de deputada federal pelo Piauí em 2026, com 1.698 votos, pelo resultado oficial do TSE. Aline Teixeira (Aline Teixeira Mascarenhas de Andrade Costa) disputou 2 eleições entre 2022 e 2026, para deputada federal e deputada estadual. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2022, para deputada estadual por PI: 4.568 votos. Na campanha de 2026 para deputada federal por PI, declarou R$ 500 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 243 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 120 mil), serviços advocatícios (R$ 70 mil) e serviços contábeis (R$ 40 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Na campanha de 2022, já encerrada, gastou R$ 15 mil, 73% com publicidade por materiais impressos.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Aline Teixeira Mascarenhas de Andrade Costa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Aline Teixeira declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputada estadual por Piauí em 2022, e deputada federal por Piauí em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 500 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 243 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 120 mil) e serviços advocatícios (R$ 70 mil); R$ 243 mil já foram pagos. Em 2022, 73% dos R$ 15 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.