Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Flávio Dino (Flávio Dino de Castro e Costa) disputou 7 eleições entre 1990 e 2022, para senador, governador, prefeito, deputado federal e deputado estadual. Ele foi eleito 4 vezes: senador em 2022; governador em 2018 e 2014; deputado federal em 2006. A maior votação foi em 2022, para senador por MA: 2.125.811 votos. Na campanha de 2022 para senador por MA, declarou R$ 4,5 milhões em receitas: R$ 4,3 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 289 mil de doações privadas (10 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 4,4 milhões, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 1,6 milhão), transporte ou deslocamento (R$ 982 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 748 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 7,7 milhões em 2018 e R$ 9,5 milhões em 2014.
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Evolução da votação nas eleições
2.125.811 votos em 2022 (eleito) · 7 eleições
A votação de Flávio Dino de Castro e Costa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2022: R$ 4,5 milhões em receitas · R$ 4,4 milhões em gastos
Flávio Dino declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado federal por Maranhão em 2006, prefeito em São Luís (MA) em 2008, governador por Maranhão em 2010, 2014 e 2018, e senador por Maranhão em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 4,5 milhões em receitas: R$ 4,3 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 289 mil de doações privadas (10 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 4,4 milhões, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 1,6 milhão) e transporte ou deslocamento (R$ 982 mil). Em 2018, R$ 7,7 milhões em gastos contratados; em 2014, R$ 9,5 milhões em gastos contratados.
Receitas em 2022R$ 4,5 milhõescampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 4,4 milhõescampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 7,7 milhõescontratados, campanha encerrada
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 1990SUPLENTE6GMA · 22 anos · PT · nº 13240 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.