- PessoalR$ 1 mil52,0%
- Materiais impressosR$ 39020,3%
- Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 35018,2%
- Publicidade por adesivosR$ 1839,5%
Soldado Alves (Antônio Alves da Cruz Neto) disputou 6 eleições entre 2004 e 2024, para vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Faina em 2004. A maior votação foi em 2016, para vereador em Faina/GO: 127 votos. Na campanha de 2024 para vereador em Faina/GO, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 944 de outras campanhas, R$ 1 mil de doações privadas e R$ 923 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com pessoal (R$ 1 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 390) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 350). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 994 em 2020 (64% com publicidade por materiais impressos) e R$ 4 mil em 2016.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Antonio Alves da Cruz Neto em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Soldado Alves declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Faina (GO) em 2008, 2012, 2016, 2020 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Não recebeu Fundo Eleitoral (FEFC) em nenhuma das 2 campanhas de 2018 em diante. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 944 de outras campanhas, R$ 1 mil de doações privadas e R$ 923 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com pessoal (R$ 1 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 390). Em 2020, 64% dos R$ 994 em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2016, 44% dos R$ 4 mil em gastos contratados foram com pessoal.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.