- Materiais impressosR$ 63 mil29,3%
- Militância e mobilização de ruaR$ 50 mil23,1%
- Locação de imóveisR$ 7 mil3,3%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 7 mil3,3%
- Serviços de terceirosR$ 5 mil2,3%
- Outras 12 categoriasR$ 83 mil38,7%
Hermano (Hermano da Costa Moraes) disputou 12 eleições entre 1996 e 2022, para deputado estadual, prefeito, vereador, deputado federal, 2º suplente senador e vice-prefeito. Ele foi eleito 7 vezes: deputado estadual em 2022, 2018, 2014 e 2010; vereador de Natal em 2008, 2004 e 2000. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Natal/RN: 153.522 votos. Em 2026, concorre a vice-governador por RN pelo MDB. Na Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Norte, indicou R$ 35,6 milhões em 218 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2026, para 51 municípios; 38% desse valor já foi pago. Na campanha de 2022 para deputado estadual por RN, declarou R$ 228 mil em receitas: R$ 196 mil de doações privadas (15 doadores) e R$ 32 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 215 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 63 mil), militância e mobilização de rua (R$ 50 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 22 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 509 mil em 2020 e R$ 650 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Hermano da Costa Moraes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Hermano declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: vereador em Natal (RN) em 2008, deputado estadual por Rio Grande do Norte em 2010, 2014, 2018 e 2022, e prefeito em Natal (RN) em 2012 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 228 mil em receitas: R$ 196 mil de doações privadas (15 doadores) e R$ 32 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 215 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 63 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 50 mil). Em 2020, R$ 509 mil em gastos; em 2018, R$ 650 mil em gastos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Norte, Hermano indicou R$ 35,6 milhões em 218 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2026, para 51 municípios. Até a coleta na fonte, 38% desse valor estava pago. O órgão que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Secretaria de Estado do Desenvolvimento Rural e da Agricultura Familiar (32%). As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram Carnaúba dos Dantas, Touros e Angicos. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 31,5 milhões em 193 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 4,1 milhões em 25 emendas.2
| Orçamento | Indicado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 16,4 milhões | R$ 500 mil | 3% | 71 | 34 |
| 2025 | R$ 5,8 milhões | R$ 4,9 milhões | 85% | 69 | 26 |
| 2024 | R$ 7,9 milhões | R$ 6,9 milhões | 87% | 41 | 15 |
| 2023 | R$ 1,4 milhão | R$ 1,3 milhão | 90% | 12 | 7 |
| Legislatura 2023 a 2026 | R$ 31,5 milhões | R$ 13,6 milhões | 43% | 193 | 46 |
Órgãos que mais receberam (2023 a 2026)
Municípios que mais receberam (2023 a 2026)
Fonte: Assembleia Legislativa do RN — Portal de Emendas Parlamentares, organizado pelo Radar do Voto. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o portal de transparência do Governo do Rio Grande do Norte e a Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Norte. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. ↩
Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no portal de transparência do Governo do Rio Grande do Norte e a Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Norte. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.