- Materiais impressosR$ 469 mil16,9%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 5 mil0,2%
- Outras 9 categoriasinclui R$ 7 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 450 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 2,3 milhões82,9%
Heitor Freire (Heitor Rodrigo Pereira Freire) disputou 4 eleições entre 2016 e 2022, para deputado federal, prefeito e vereador. Ele foi eleito 1 vez: deputado federal em 2018. A maior votação foi em 2018, para deputado federal por CE: 97.201 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 80,9 milhões empenhados em 45 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2023, para 28 municípios; 99% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2022 para deputado federal por CE, declarou R$ 2,8 milhões em receitas: R$ 2,8 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 9 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 2,8 milhões, principalmente com serviços advocatícios (R$ 800 mil), serviços contábeis (R$ 780 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 469 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 4 milhões em 2020 (63% com serviços de terceiros) e R$ 60 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Heitor Rodrigo Pereira Freire em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Heitor Freire declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Fortaleza (CE) em 2016, deputado federal por Ceará em 2018 e 2022, e prefeito em Fortaleza (CE) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 2,8 milhões em receitas: R$ 2,8 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 9 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 2,8 milhões, principalmente com serviços advocatícios (R$ 800 mil) e serviços contábeis (R$ 780 mil). Em 2020, 63% dos R$ 4 milhões em gastos contratados foram com serviços de terceiros; em 2018, 80% dos R$ 60 mil em gastos contratados foram com publicidade por adesivos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Heitor Freire teve R$ 80,9 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 45 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2023 (legislatura 2019 a 2022), para 28 municípios. Já foram pagos R$ 80,9 milhões (99%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (52%). As cidades que mais receberam foram Granja, Itarema e Fortaleza.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2023 | R$ 32,1 milhões | R$ 32,1 milhões | 100% | 15 | 5 |
| 2022 | R$ 18,4 milhões | R$ 18,4 milhões | 99% | 10 | 21 |
| 2021 | R$ 16,3 milhões | R$ 16,3 milhões | 100% | 12 | 10 |
| 2020 | R$ 14,2 milhões | R$ 14,2 milhões | 100% | 8 | 2 |
| Total | R$ 80,9 milhões | R$ 80,9 milhões | 99% | 45 | 28 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 28/09/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.