- PessoalR$ 216 mil39,4%
- Materiais impressosR$ 52 mil9,5%
- Serviços de terceirosR$ 48 mil8,8%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 45 mil8,2%
- Outras 15 categoriasinclui R$ 15 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 188 mil34,2%
Dâmina Pereira (Dâmina de Carvalho Pereira) disputou 3 eleições entre 2014 e 2020, para prefeita e deputada federal. Ela foi eleita 1 vez: deputada federal em 2014. A maior votação foi em 2014, para deputada federal por MG: 52.679 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 54,9 milhões empenhados em 25 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019, para 58 municípios; 93% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2020 para prefeita em Lavras/MG, declarou R$ 552 mil em receitas: R$ 256 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 44 mil do Fundo Partidário, R$ 1 mil de outros recursos do partido, R$ 187 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 64 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 549 mil, principalmente com pessoal (R$ 216 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 52 mil) e serviços de terceiros (R$ 48 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 2,5 milhões em 2018 (73% com pessoal) e R$ 3,4 milhões em 2014.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Dâmina de Carvalho Pereira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Dâmina Pereira declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputada federal por Minas Gerais em 2014 e 2018, e prefeita em Lavras (MG) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 552 mil em receitas: R$ 256 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 44 mil do Fundo Partidário, R$ 1 mil de outros recursos do partido, R$ 187 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 64 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 549 mil, principalmente com pessoal (R$ 216 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 52 mil). Em 2018, 73% dos R$ 2,5 milhões em gastos foram com pessoal; em 2014, 44% dos R$ 3,4 milhões em gastos contratados foram com pessoal.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Dâmina Pereira teve R$ 54,9 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 25 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019 (legislatura 2015 a 2018), para 58 municípios. Já foram pagos R$ 50,8 milhões (93%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (63%). As cidades que mais receberam foram Lavras, Três Corações e São João del Rei.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2019 | R$ 15,4 milhões | R$ 13,8 milhões | 89% | 3 | 1 |
| 2018 | R$ 14 milhões | R$ 12,8 milhões | 92% | 8 | 26 |
| 2017 | R$ 12,2 milhões | R$ 11,3 milhões | 93% | 6 | 22 |
| 2016 | R$ 13,3 milhões | R$ 12,7 milhões | 95% | 8 | 26 |
| Total | R$ 54,9 milhões | R$ 50,5 milhões | 92% | 25 | 58 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 28/09/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.