Marcio Adriano Pauliki

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Marcio Adriano Pauliki
4 eleições entre 2012 e 2020 · último partido SOLIDARIEDADE
48 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Empresário
redes informadas ao TSE
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Marcio Pauliki (Marcio Adriano Pauliki) disputou 4 eleições entre 2012 e 2020, para prefeito, deputado federal e deputado estadual. Ele foi eleito 1 vez: deputado estadual em 2014. A maior votação foi em 2018, para deputado federal por PR: 67.125 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Ponta Grossa/PR, declarou R$ 1,3 milhão em receitas: R$ 472 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 667 mil de doações privadas (19 doadores) e R$ 169 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,3 milhão, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 262 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 169 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 102 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1,2 milhão em 2018 (65% com militância e mobilização de rua) e R$ 955 mil em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

44.301 votos em 2020 · 4 eleições

A votação de Marcio Adriano Pauliki em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. EstadualDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 1,3 milhão em receitas · R$ 1,3 milhão em gastos

Marcio Pauliki declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: prefeito em Ponta Grossa (PR) em 2012 e 2020, deputado estadual por Paraná em 2014, e deputado federal por Paraná em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 1,3 milhão em receitas: R$ 472 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 667 mil de doações privadas (19 doadores) e R$ 169 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,3 milhão, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 262 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 169 mil). Em 2018, 65% dos R$ 1,2 milhão em gastos contratados foram com militância e mobilização de rua; em 2014, R$ 955 mil em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 1,3 milhãocampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 1,3 milhãocampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 1,2 milhãocontratados, campanha encerrada
Campanhas42012, 2014, 2018 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Prefeito, Ponta Grossa (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,3 milhão
19 doadores pessoas físicas
FEFC 36% · pessoas 51% · próprios 13%
Gasto contratado
R$ 1,3 milhão
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 262 mil20,0%
  • Materiais impressosR$ 102 mil7,8%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 53 mil4,1%
  • Serviços de terceirosR$ 14 mil1,1%
  • PessoalR$ 6 mil0,5%
  • Outras 15 categoriasinclui R$ 329 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 870 mil66,6%
2018Deputado federal, ParanáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,2 milhão
38 doadores pessoas físicas
FEFC 57% · Fundo Partidário 13% · partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 28% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 1,2 milhão
pago: R$ 1,2 milhão (95%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 801 mil64,6%
  • Materiais impressosR$ 121 mil9,8%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 27 mil2,2%
  • Locação de imóveisR$ 13 mil1,1%
  • Serviços de terceirosR$ 9 mil0,7%
  • Outras 11 categoriasinclui R$ 10 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 1 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 269 mil21,6%
2014Deputado estadual, ParanáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 955 mil
22 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 33% · pessoas 19% · empresas 25% · próprios 23%
Gasto contratado
R$ 955 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Militância e mobilização de ruaR$ 253 mil26,5%
  • Materiais impressosR$ 111 mil11,6%
  • Serviços de terceirosR$ 49 mil5,1%
  • Locação de imóveisR$ 5 mil0,5%
  • Serviços de terceirosR$ 4 mil0,4%
  • Outras 24 categoriasinclui R$ 9 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 160 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 533 mil55,8%
Ver a campanha anterior
2012Prefeito, Ponta Grossa (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,2 milhão
194 doadores pessoas físicas
partido 1% · pessoas 15% · empresas 47% · próprios 36%
Gasto contratado
R$ 765 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 254 mil33,2%
  • Serviços de terceirosR$ 105 mil13,8%
  • Materiais impressosR$ 7 mil1,0%
  • Outras 18 categoriasinclui R$ 1 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 398 mil52,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2014

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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Marcio Adriano Pauliki (Marcio Pauliki): candidaturas e votos · Radar do Voto