Amanda Martins (Amanda Oliveira e Silva Lima) disputou 3 eleições entre 2016 e 2024, para prefeita. Ela foi eleita 1 vez: prefeita de Acará em 2016. A maior votação foi em 2016, para prefeita em Acará/PA: 16.564 votos. Na campanha de 2024 para prefeita em Acará/PA, declarou R$ 327 mil em receitas: R$ 265 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 63 mil de doações privadas (9 doadores). Os gastos contratados somam R$ 294 mil, principalmente com serviços contábeis (R$ 63 mil), serviços advocatícios (R$ 50 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 39 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 199 mil em 2020 (57% com publicidade por materiais impressos) e R$ 104 mil em 2016.
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Evolução da votação nas eleições
9.985 votos em 2024 · 3 eleições
A votação de Amanda Oliveira e Silva Lima em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2024: R$ 327 mil em receitas · R$ 294 mil em gastos
Amanda Martins declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeita em Acará (PA) em 2016, 2020 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 327 mil em receitas: R$ 265 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 63 mil de doações privadas (9 doadores). Os gastos contratados somam R$ 294 mil, principalmente com serviços contábeis (R$ 63 mil) e serviços advocatícios (R$ 50 mil). Em 2020, 57% dos R$ 199 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2016, R$ 104 mil em gastos contratados.
Receitas em 2024R$ 327 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 294 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 199 milcampanha encerrada; tudo pago
Baixa de estimaveis - serviços próprios prestados por terceirosR$ 6 mil5,8%
Serviços de terceirosR$ 5 mil4,7%
Serviços de terceirosR$ 4 mil3,7%
Outras 7 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 34 mil33,2%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.