Odilson (Odilson Arruda Soares) disputou 5 eleições entre 2000 e 2020, para prefeito e vice-prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Bonito em 2016; vice-prefeito de Bonito em 2008. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Bonito/MS: 7.279 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Bonito/MS, declarou R$ 197 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 71 mil de doações privadas (11 doadores) e R$ 76 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 181 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 32 mil), serviços advocatícios (R$ 15 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 15 mil). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 226 mil, 47% com pessoal.
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Evolução da votação nas eleições
3.620 votos em 2020 · 5 eleições
A votação de Odilson Arruda Soares em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 197 mil em receitas · R$ 181 mil em gastos
Odilson declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Bonito (MS) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 197 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 71 mil de doações privadas (11 doadores) e R$ 76 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 181 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 32 mil) e serviços advocatícios (R$ 15 mil). Em 2016, 47% dos R$ 226 mil em gastos contratados foram com pessoal.
Receitas em 2020R$ 197 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 181 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 226 milcontratados, campanha encerrada
Outras 15 categoriasinclui R$ 6 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 112 mil49,6%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vice-Prefeito · 2008ELEITO6.006LBonito, Mato Grosso do Sul · 63 anos · Superior completo · Contador · PSDB · nº 15 · vice não recebe voto nominal · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.