Rômulo Antônio Viegas

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Rômulo Antônio Viegas
5 eleições entre 2006 e 2020 · PSDB
66 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Engenheiro
redes informadas ao TSE
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Rômulo Viegas (Rômulo Antônio Viegas) disputou 5 eleições entre 2006 e 2020, para prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 1 vez: deputado estadual em 2010. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por MG: 57.691 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em São João del Rei/MG, declarou R$ 298 mil em receitas: R$ 295 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 3 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 295 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 123 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 51 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 46 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 201 mil em 2016 e R$ 325 mil em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

7.238 votos em 2020 · 5 eleições

A votação de Rômulo Antônio Viegas em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 298 mil em receitas · R$ 295 mil em gastos

Rômulo Viegas declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Minas Gerais em 2006, 2010 e 2014, e prefeito em São João del Rei (MG) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 298 mil em receitas: R$ 295 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 3 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 295 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 123 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 51 mil). Em 2016, R$ 201 mil em gastos contratados; em 2014, 62% dos R$ 325 mil em gastos contratados foram com pessoal.

Receitas em 2020R$ 298 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 295 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 201 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2006 a 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Prefeito, São João del Rei (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 298 mil
3 doadores pessoas físicas
FEFC 99% · pessoas 1%
Gasto contratado
R$ 295 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 123 mil41,8%
  • Materiais impressosR$ 51 mil17,3%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 46 mil15,6%
  • Publicidade por adesivosR$ 15 mil5,1%
  • Outras 11 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 59 mil20,0%
2016Prefeito, São João del Rei (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 201 mil
27 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 73% · pessoas 20% · próprios 8%
Gasto contratado
R$ 201 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 68 mil33,8%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 36 mil17,8%
  • Materiais impressosR$ 24 mil11,8%
  • Serviços de terceirosR$ 14 mil6,9%
  • Outras 12 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 60 mil29,7%
2014Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 325 mil
11 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 34% · pessoas 22% · empresas 38% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 325 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 202 mil62,2%
  • Materiais impressosR$ 42 mil13,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 15 mil4,6%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 13 mil3,9%
  • Outras 15 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 53 mil16,4%
Ver as 2 campanhas anteriores
2010Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 334 mil
228 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 24% · partido e outras campanhas 36% · pessoas 4% · empresas 15% · próprios 20%
Gasto contratado
R$ 334 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 213 mil63,7%
  • Materiais impressosR$ 28 mil8,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 15 mil4,6%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 7 mil2,0%
  • Outras 14 categoriasinclui R$ 15 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 71 mil21,4%
2006Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 245 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 25% · pessoas 1% · empresas 68% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 244 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 130 mil53,1%
  • Materiais impressosR$ 32 mil13,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 22 mil9,1%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 9 mil3,8%
  • Outras 15 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 51 mil21,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2010

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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