- PessoalR$ 33 mil46,1%
- Materiais impressosR$ 26 mil35,5%
- Serviços de terceirosR$ 2 mil2,8%
- Outras 4 categoriasR$ 11 mil15,6%
Patrick Dauer (Patrick Pierre Dauer) disputou 3 eleições entre 2004 e 2022, para deputado federal, prefeito e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2022, para deputado federal por SC: 3.801 votos. Na campanha de 2022 para deputado federal por SC, declarou R$ 72 mil em receitas: R$ 60 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil de outros recursos do partido e R$ 10 mil de doações privadas (4 doadores). Os gastos contratados somam R$ 72 mil, principalmente com pessoal (R$ 33 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 26 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 10 mil). Na campanha de 2020, já encerrada, gastou R$ 23 mil.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Patrick Pierre Dauer em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Patrick Dauer declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Itajaí (SC) em 2020, e deputado federal por Santa Catarina em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 72 mil em receitas: R$ 60 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil de outros recursos do partido e R$ 10 mil de doações privadas (4 doadores). Os gastos contratados somam R$ 72 mil, principalmente com pessoal (R$ 33 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 26 mil). Em 2020, R$ 23 mil em gastos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.