Vanessa Doratioto Damo

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Vanessa Doratioto Damo
6 eleições entre 2004 e 2020 · último partido MDB
39 anos em 2020 · Feminino · Superior completo
Deputado
redes informadas ao TSE
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Vanessa Damo (Vanessa Doratioto Damo) disputou 6 eleições entre 2004 e 2020, para prefeita, deputada estadual e vereadora. Ela foi eleita 3 vezes: deputada estadual em 2010 e 2006; vereadora de Mauá em 2004. A maior votação foi em 2010, para deputada estadual por SP: 93.122 votos. Na campanha de 2020 para prefeita em Mauá/SP, declarou R$ 275 mil em receitas: R$ 220 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 52 mil de doações privadas (43 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 224 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 68 mil), serviços advocatícios (R$ 48 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 26 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1,1 milhão em 2014 (45% com pessoal) e R$ 1,7 milhão em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

2.948 votos em 2020 · 6 eleições

A votação de Vanessa Doratioto Damo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 275 mil em receitas · R$ 224 mil em gastos

Vanessa Damo declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputada estadual por São Paulo em 2006, 2010 e 2014, e prefeita em Mauá (SP) em 2012 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 275 mil em receitas: R$ 220 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 52 mil de doações privadas (43 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 224 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 68 mil) e serviços advocatícios (R$ 48 mil). Em 2014, 45% dos R$ 1,1 milhão em gastos contratados foram com pessoal; em 2012, R$ 1,7 milhão em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 275 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 224 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 1,1 milhãocontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2006 a 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Prefeita, Mauá (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 275 mil
43 doadores pessoas físicas
FEFC 80% · pessoas 19% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 224 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 68 mil30,3%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 26 mil11,8%
  • Locação de imóveisR$ 10 mil4,5%
  • Serviços de terceirosR$ 4 mil2,0%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 2 mil0,9%
  • Outras 12 categoriasR$ 113 mil50,5%
2014Deputada estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,1 milhão
17 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 2% · partido e outras campanhas 42% · pessoas 4% · empresas 32% · próprios 20%
Gasto contratado
R$ 1,1 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 499 mil44,8%
  • Materiais impressosR$ 91 mil8,2%
  • Materiais impressosR$ 72 mil6,5%
  • Locação de imóveisR$ 23 mil2,1%
  • Serviços de terceirosR$ 12 mil1,0%
  • Outras 21 categoriasR$ 416 mil37,4%
2012Prefeita, Mauá (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2,4 milhões
85 doadores pessoas físicas
partido 22% · pessoas 22% · empresas 46% · próprios 10%
Gasto contratado
R$ 1,7 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 542 mil31,3%
  • Serviços de terceirosR$ 266 mil15,4%
  • Locação de imóveisR$ 9 mil0,5%
  • Locação de imóveisR$ 3 mil0,1%
  • Outras 17 categoriasinclui R$ 18 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 912 mil52,7%
Ver as 2 campanhas anteriores
2010Deputada estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,3 milhão
75 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 31% · pessoas 48% · empresas 6% · próprios 15%
Gasto contratado
R$ 1,3 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 462 mil35,2%
  • Materiais impressosR$ 195 mil14,9%
  • Locação de imóveisR$ 2 mil0,2%
  • Outras 19 categoriasR$ 651 mil49,7%
2006Deputada estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 669 mil
180 doadores pessoas físicas
partido menos de 1% · pessoas 23% · empresas 75% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 572 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 146 mil25,5%
  • Serviços de terceirosR$ 76 mil13,2%
  • PessoalR$ 75 mil13,2%
  • Outras 18 categoriasR$ 275 mil48,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleita em 2004, 2006 e 2010

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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