Janicleia Andrade de Vasconcelos

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Janicleia Andrade de Vasconcelos
2 eleições entre 2016 e 2020 · PT
36 anos em 2020 · Feminino · Ensino médio completo
Servidor Público Municipal
redes informadas ao TSE
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Cleinha Solon (Janicléia Andrade de Vasconcelos) disputou 2 eleições entre 2016 e 2020, para prefeita e vereadora. Ela foi eleita 1 vez: vereadora de Pedra Lavrada em 2016. A maior votação foi em 2016, para vereadora em Pedra Lavrada/PB: 242 votos. Na campanha de 2020 para prefeita em Pedra Lavrada/PB, declarou R$ 74 mil em receitas: R$ 70 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 70 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 40 mil), serviços contábeis (R$ 17 mil) e serviços advocatícios (R$ 5 mil). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 1 mil, 56% com serviços de terceiros.

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Evolução da votação nas eleições

202 votos em 2020 · 2 eleições

A votação de Janicleia Andrade de Vasconcelos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 74 mil em receitas · R$ 70 mil em gastos

Cleinha Solon declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereadora em Pedra Lavrada (PB) em 2016, e prefeita em Pedra Lavrada (PB) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 74 mil em receitas: R$ 70 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 70 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 40 mil) e serviços contábeis (R$ 17 mil). Em 2016, 56% dos R$ 1 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros.

Receitas em 2020R$ 74 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 70 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 1 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Prefeita, Pedra Lavrada (PB)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 74 mil
sem doações de pessoas
FEFC 95% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 70 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 2 mil2,3%
  • Outras 5 categoriasR$ 68 mil97,7%
2016Vereadora, Pedra Lavrada (PB)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
doações de pessoas
partido 30% · pessoas 14% · próprios 56%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 80056,3%
  • Materiais impressosR$ 42029,6%
  • Serviços de terceirosR$ 20014,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas · eleita em 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Janicleia Andrade de Vasconcelos (Cleinha Solon): candidaturas e votos · Radar do Voto