- Materiais impressosR$ 3 mil64,3%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 99921,4%
- Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 50010,7%
- Criação e inclusão de páginas na internetR$ 1563,3%
- Outras 1 categoriaR$ 100,2%
Dersan (Hildersan Miranda Rodrigues) disputou 2 eleições entre 2014 e 2020, para prefeito e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por RJ: 854 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Tanguá/RJ, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 4 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 500 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 999) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 500). Na campanha de 2014, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 3 mil, 100% com serviços de terceiros.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Hildersan Miranda Rodrigues em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Dersan declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Rio de Janeiro em 2014, e prefeito em Tanguá (RJ) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 4 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 500 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 999). Em 2014, 100% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.