- Materiais impressosR$ 29 mil58,9%
- Serviços de terceirosR$ 9 mil18,0%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 3 mil6,0%
- Outras 2 categoriasR$ 9 mil17,1%
Dra Maria Felix (Maria Felix Rodrigues dos Santos) disputou 1 eleição, em 2020, para prefeita em Cajari/MA e foi eleita com 5.899 votos. Na campanha de 2020 para prefeita em Cajari/MA, declarou R$ 58 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil de doações privadas e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 50 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 29 mil), serviços de terceiros (R$ 9 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 8 mil).
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Dra Maria Felix declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeita em Cajari (MA) em 2020. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 58 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil de doações privadas e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 50 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 29 mil) e serviços de terceiros (R$ 9 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2024), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.