- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 55 mil47,6%
- Militância e mobilização de ruaR$ 23 mil20,1%
- Materiais impressosR$ 16 mil13,9%
- Serviços advocatíciosR$ 6 mil5,2%
- Outras 5 categoriasR$ 15 mil13,3%
José Otávio Germano disputou 9 eleições entre 1990 e 2020, para prefeito, deputado federal, vice-governador e deputado estadual. Ele foi eleito 7 vezes: prefeito de Cachoeira do Sul em 2020; deputado federal em 2014, 2010, 2006 e 2002; deputado estadual em 1994 e 1990. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por RS: 195.822 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 55,5 milhões empenhados em 45 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019, para 69 municípios; 94% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2020 para prefeito em Cachoeira do Sul/RS, declarou R$ 131 mil em receitas: R$ 123 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 8 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 116 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 55 mil), militância e mobilização de rua (R$ 23 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 16 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1,7 milhão em 2018 (66% com pessoal) e R$ 2,9 milhões em 2014.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Jose Otavio Germano em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
José Otávio Germano declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado federal por Rio Grande do Sul em 2006, 2010, 2014 e 2018, e prefeito em Cachoeira do Sul (RS) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 131 mil em receitas: R$ 123 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 8 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 116 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 55 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 23 mil). Em 2018, 66% dos R$ 1,7 milhão em gastos contratados foram com pessoal; em 2014, 57% dos R$ 2,9 milhões em gastos contratados foram com pessoal.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, José Otávio Germano teve R$ 55,5 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 45 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019 (legislatura 2015 a 2018), para 69 municípios. Já foram pagos R$ 52,2 milhões (94%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (50%). As cidades que mais receberam foram Cachoeira do Sul, Faxinal do Soturno e Dona Francisca.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2019 | R$ 15,4 milhões | R$ 15,2 milhões | 98% | 24 | 20 |
| 2018 | R$ 14,8 milhões | R$ 14,3 milhões | 97% | 7 | 21 |
| 2017 | R$ 12,1 milhões | R$ 11,1 milhões | 92% | 8 | 19 |
| 2016 | R$ 13,3 milhões | R$ 11,4 milhões | 86% | 6 | 35 |
| Total | R$ 55,5 milhões | R$ 52 milhões | 94% | 45 | 69 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 28/09/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.