Everton Francisco de Matos

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Everton Francisco de Matos
4 eleições entre 2004 e 2020 · último partido PDT
40 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Prefeito
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Tuta (Everton Francisco de Matos) disputou 4 eleições entre 2004 e 2020, para prefeito, vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 5 vezes: prefeito de Cabeceiras em 2020 e 2016; vice-prefeito de Cabeceiras em 2012; vereador de Cabeceiras em 2012 e 2004. A maior votação foi em 2020, para prefeito em Cabeceiras/GO: 3.577 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Cabeceiras/GO, declarou R$ 80 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 4 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 26 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 76 mil, principalmente com pessoal (R$ 21 mil), publicidade por adesivos (R$ 12 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 12 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 71 mil em 2016 e R$ 3 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

3.577 votos em 2020 (eleito) · 4 eleições

A votação de Everton Francisco de Matos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 80 mil em receitas · R$ 76 mil em gastos

Tuta declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Cabeceiras (GO) em 2012, e prefeito em Cabeceiras (GO) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 80 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 4 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 26 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 76 mil, principalmente com pessoal (R$ 21 mil) e publicidade por adesivos (R$ 12 mil). Em 2016, R$ 71 mil em gastos contratados; em 2012, 52% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes.

Receitas em 2020R$ 80 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 76 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 71 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32012, 2016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Prefeito, Cabeceiras (GO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 80 mil
5 doadores pessoas físicas
FEFC 63% · pessoas 4% · próprios 33%
Gasto contratado
R$ 76 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 21 mil27,5%
  • Materiais impressosR$ 12 mil15,9%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 8 mil10,5%
  • Locação de imóveisR$ 1 mil1,3%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 332 doados a outros candidatos e partidosR$ 34 mil44,8%
2016Prefeito, Cabeceiras (GO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 71 mil
38 doadores pessoas físicas
partido 3% · pessoas 46% · próprios 51%
Gasto contratado
R$ 71 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 11 mil15,5%
  • PessoalR$ 10 mil13,6%
  • Materiais impressosR$ 9 mil12,8%
  • Materiais impressosR$ 2 mil2,9%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil2,1%
  • Outras 12 categoriasR$ 38 mil53,2%
2012Vereador, Cabeceiras (GO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 36% · próprios 64%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 9 lançados como "diversas a especificar"R$ 3 mil100,0%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2012, 2016 e 2020

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Everton Francisco de Matos (Tuta): candidaturas e votos · Radar do Voto