Gil Paraibano declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: prefeito em Picos (PI) em 2008, 2016, 2020 e 2024, e deputado federal por Piauí em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,4 milhão em receitas: R$ 735 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 676 mil do Fundo Partidário e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 520 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 216 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 145 mil); R$ 409 mil já foram pagos. Em 2024, 41% dos R$ 490 mil em gastos foram com serviços de terceiros; em 2020, R$ 365 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026.
Receitas em 2026R$ 1,4 milhãoparcial, até 27/09/2026
Gastos em 2026R$ 520 milcontratados, parcial; R$ 409 mil pagos
Gastos em 2024R$ 490 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas5de 2008 a 2026
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
- Fundo Eleitoral (FEFC)
- Fundo Partidário
- Doações de pessoas (inclui vaquinha)
- Empresas (até 2014)
- Recursos próprios
Arrecadado
R$ 1,4 milhão
sem doações de pessoas
FEFC 52% · Fundo Partidário 47% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 520 mil
pago até agora: R$ 409 mil (79%)
- Serviços de terceirosR$ 216 mil41,5%
- Materiais impressosR$ 145 mil27,9%
- PessoalR$ 17 mil3,2%
- Locação de imóveisR$ 6 mil1,2%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 4 mil0,8%
- Outras 8 categoriasinclui R$ 738 lançados como "diversas a especificar"R$ 132 mil25,5%
Arrecadado
R$ 503 mil
doações de pessoas
FEFC 89% · pessoas 8% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 490 mil
tudo pago (100%)
- Serviços de terceirosR$ 200 mil40,7%
- Materiais impressosR$ 158 mil32,3%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 8 mil1,7%
- Locação de imóveisR$ 3 mil0,6%
- Outras 7 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 121 mil24,7%
Arrecadado
R$ 392 mil
5 doadores pessoas físicas
FEFC 93% · pessoas 6% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 365 mil
tudo pago (100%)
- Serviços de terceirosR$ 111 mil30,4%
- Materiais impressosR$ 46 mil12,7%
- Militância e mobilização de ruaR$ 12 mil3,3%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 7 mil1,8%
- Locação de imóveisR$ 4 mil1,1%
- Outras 10 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 185 mil50,8%
Ver as 2 campanhas anteriores
Arrecadado
R$ 229 mil
11 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 44% · pessoas 8% · próprios 48%
Gasto contratado
R$ 229 mil
o TSE não publica o pago deste ano
- Materiais impressosR$ 45 mil19,7%
- Serviços de terceirosR$ 42 mil18,6%
- Militância e mobilização de ruaR$ 8 mil3,5%
- PessoalR$ 8 mil3,5%
- Locação de imóveisR$ 2 mil0,7%
- Outras 14 categoriasinclui R$ 500 lançados como "diversas a especificar"R$ 124 mil54,0%
Arrecadado
R$ 96 mil
sem doações de pessoas
empresas 38% · próprios 62%
Gasto contratado
R$ 96 mil
o TSE não publica o pago deste ano
- Materiais impressosR$ 24 mil25,0%
- PessoalR$ 3 mil2,8%
- Serviços de terceirosR$ 1 mil1,5%
- Outras 10 categoriasinclui R$ 12 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 68 mil70,8%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
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