Alzemiro (Alzemiro dos Santos Dias) disputou 5 eleições entre 1996 e 2020, para prefeito e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Piraí em 2012 e 2004. A maior votação foi em 2020, para prefeito em Piraí/RJ: 6.872 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Piraí/RJ, declarou R$ 283 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 207 mil de doações privadas (24 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 26 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 278 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 82 mil), militância e mobilização de rua (R$ 77 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 50 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 24 mil em 2012 (42% com publicidade por materiais impressos) e R$ 11 mil em 2008.
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Evolução da votação nas eleições
6.872 votos em 2020 · 5 eleições
A votação de Alzemiro dos Santos Dias em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 283 mil em receitas · R$ 278 mil em gastos contratados
Alzemiro declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Piraí (RJ) em 2008 e 2012, e prefeito em Piraí (RJ) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 283 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 207 mil de doações privadas (24 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 26 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 278 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 82 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 77 mil). Em 2012, 42% dos R$ 24 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2008, R$ 11 mil em gastos contratados.
Receitas em 2020R$ 283 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 278 milcontratados
Gastos em 2012R$ 24 milcontratados, campanha encerrada
Outras 4 categoriasinclui R$ 700 lançados como "diversas a especificar"R$ 2 mil17,0%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Prefeito · 2020NÃO ELEITO6.872LPiraí, Rio de Janeiro · 63 anos · Branca · Superior completo · Técnico de Mecânica · PSB · nº 40 · ver resultado completo
Vereador · 2008502não eleitoLPiraí, Rio de Janeiro · 51 anos · Superior completo · Vereador · PT · nº 13456 · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 2004ELEITO447LPiraí, Rio de Janeiro · 47 anos · Superior completo · Advogado · PT · nº 13456 · ver resultado completo
Vereador · 1996168não eleitoLPiraí, Rio de Janeiro · 39 anos · Superior completo · Advogado · PT do B · nº 70630 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.