Aglailson (José Aglailson Querálvares Júnior) disputou 7 eleições entre 2000 e 2020, para prefeito, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 6 vezes: prefeito de Vitória de Santo Antão em 2016; deputado estadual em 2014, 2010, 2006 e 2002; vereador de Vitória de Santo Antão em 2000. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por PE: 52.679 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Vitória de Santo Antão/PE, declarou R$ 308 mil em receitas: R$ 70 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 198 mil de doações privadas (19 doadores) e R$ 40 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 293 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 84 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 67 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 28 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 197 mil em 2016 e R$ 222 mil em 2014.
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Evolução da votação nas eleições
26.532 votos em 2020 · 7 eleições
A votação de José Aglailson Queralvares Júnior em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 308 mil em receitas · R$ 293 mil em gastos
Aglailson declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Pernambuco em 2006, 2010 e 2014, e prefeito em Vitória de Santo Antão (PE) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 308 mil em receitas: R$ 70 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 198 mil de doações privadas (19 doadores) e R$ 40 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 293 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 84 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 67 mil). Em 2016, R$ 197 mil em gastos contratados; em 2014, R$ 222 mil em gastos contratados.
Receitas em 2020R$ 308 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 293 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 197 milcontratados, campanha encerrada
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 22 mil14,8%
Combustíveis e lubrificantesR$ 7 mil4,9%
Publicidade por jornais e revistasR$ 4 mil2,6%
Outras 5 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 83 mil55,1%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 2002ELEITO33.418GPE · 40 anos · Superior completo · Senador, Deputado e Vereador · PSB · nº 40123 · ver resultado completo
Coligação: PSB / PRTB / PT do B / PRP
Vereador · 2000ELEITO1.287LVitória de Santo Antão, Pernambuco · 38 anos · Superior completo · Membros do Poder Legislativo: Senador, Deputados e Vereador · PSB · nº 40610 · ver resultado completo
Coligação: PSB / PPS
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.