Laecio Pinheiro (Laécio Pinheiro de Souza) disputou 9 eleições entre 1996 e 2024, para prefeito, deputado estadual, vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 4 vezes: vice-prefeito de Aruanã em 2012; vereador de Aruanã em 2008, 2004 e 1996. A maior votação foi em 2024, para prefeito em Aruanã/GO: 2.209 votos. Na campanha de 2024 para prefeito em Aruanã/GO, declarou R$ 263 mil em receitas: R$ 250 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 13 mil de doações privadas (4 doadores). Os gastos contratados somam R$ 263 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 65 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 28 mil) e serviços advocatícios (R$ 25 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 22 mil em 2020 e R$ 9 mil em 2016.
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Evolução da votação nas eleições
2.209 votos em 2024 · 9 eleições
A votação de Laecio Pinheiro de Souza em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2024: R$ 263 mil em receitas · R$ 263 mil em gastos
Laecio Pinheiro declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Aruanã (GO) em 2008, prefeito em Aruanã (GO) em 2016, 2020 e 2024, e deputado estadual por Goiás em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 263 mil em receitas: R$ 250 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 13 mil de doações privadas (4 doadores). Os gastos contratados somam R$ 263 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 65 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 28 mil). Em 2020, R$ 22 mil em gastos; em 2016, R$ 9 mil em gastos contratados.
Receitas em 2024R$ 263 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 263 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 22 milcampanha encerrada; tudo pago
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 2018—GGO · 57 anos · Parda · Superior completo · PRP · nº 44050 · registro constava como indeferido nos dados do TSE · ver a eleição
Vereador · 2000SUPLENTE91LAruanã, Goiás · 39 anos · Ensino fundamental completo · Servidor Publico Municipal · PFL · nº 25125 · ver resultado completo
Coligação: PFL / PSC
Vereador · 1996ELEITO · MÉDIA66LAruanã, Goiás · 35 anos · Ensino fundamental completo · Funcionario Publico · PMDB · nº 15610 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.