Mario Botion (Mário Celso Botion) disputou 4 eleições entre 2008 e 2020, para prefeito, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Limeira em 2020 e 2016; vereador de Limeira em 2008. A maior votação foi em 2020, para prefeito em Limeira/SP: 73.042 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Limeira/SP, declarou R$ 1 milhão em receitas: R$ 500 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 412 mil do Fundo Partidário e R$ 124 mil de doações privadas (17 doadores). Os gastos contratados somam R$ 965 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 247 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 166 mil) e serviços de terceiros (R$ 152 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 622 mil em 2016 e R$ 227 mil em 2014.
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Evolução da votação nas eleições
45.248 votos em 2020 · 4 eleições
A votação de Mario Celso Botion em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 1 milhão em receitas · R$ 965 mil em gastos
Mario Botion declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Limeira (SP) em 2008, deputado estadual por São Paulo em 2014, e prefeito em Limeira (SP) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 1 milhão em receitas: R$ 500 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 412 mil do Fundo Partidário e R$ 124 mil de doações privadas (17 doadores). Os gastos contratados somam R$ 965 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 247 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 166 mil). Em 2016, R$ 622 mil em gastos contratados; em 2014, R$ 227 mil em gastos contratados.
Receitas em 2020R$ 1 milhãocampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 965 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 622 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 2% · pessoas 10% · empresas 87% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 44 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 4 mil9,1%
Locação de imóveisR$ 5201,2%
PessoalR$ 3800,9%
Outras 7 categoriasR$ 39 mil88,9%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.