Hugo Weysfield Mendes

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Hugo Weysfield Mendes
2 eleições entre 2020 e 2022 · último partido PSD
44 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
Médico
redes informadas ao TSE
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Dr Hugo Mendes (Hugo Weysfield Mendes) disputou 2 eleições entre 2020 e 2022, para deputado federal e prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2022, para deputado federal por TO: 6.262 votos. Na campanha de 2022 para deputado federal por TO, declarou R$ 196 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 19 mil de doações privadas (27 doadores) e R$ 76 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 235 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 71 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 36 mil) e pessoal (R$ 31 mil). Na campanha de 2020, já encerrada, gastou R$ 71 mil.

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Evolução da votação nas eleições

6.262 votos em 2022 · 2 eleições

A votação de Hugo Weysfield Mendes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 196 mil em receitas · R$ 235 mil em gastos contratados

Dr Hugo Mendes declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Araguaína (TO) em 2020, e deputado federal por Tocantins em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 196 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 19 mil de doações privadas (27 doadores) e R$ 76 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 235 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 71 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 36 mil). Em 2020, R$ 71 mil em gastos.

Receitas em 2022R$ 196 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 235 milcontratados
Gastos em 2020R$ 71 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas22020 e 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2022Deputado federal, TocantinsVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 196 mil
27 doadores pessoas físicas
FEFC 51% · pessoas 10% · próprios 39%
Gasto contratado
R$ 235 mil
pago: R$ 188 mil (80%)
  • Serviços de terceirosR$ 71 mil30,3%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 36 mil15,2%
  • PessoalR$ 31 mil13,3%
  • Materiais impressosR$ 17 mil7,4%
  • Outras 5 categoriasR$ 80 mil33,8%
2020Prefeito, Araguaína (TO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 71 mil
25 doadores pessoas físicas
pessoas 30% · próprios 70%
Gasto contratado
R$ 71 mil
tudo pago (100%)
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 26 mil36,5%
  • Materiais impressosR$ 4 mil5,4%
  • Serviços de terceirosR$ 4000,6%
  • Outras 6 categoriasR$ 41 mil57,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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