Tarcísio Silva (Francisco Tarcísio Silva) disputou 11 eleições entre 1996 e 2022, para deputado federal, vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 7 vezes: vereador de Linhares em 2020, 2016, 2012, 2008, 2004, 2000 e 1996. A maior votação foi em 2010, para deputado federal por ES: 25.374 votos. Na campanha de 2022 para deputado federal por ES, declarou R$ 389 mil em receitas: R$ 350 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 39 mil de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 381 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 120 mil), publicidade por adesivos (R$ 52 mil) e pessoal (R$ 43 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 7 mil em 2020 (59% com publicidade por materiais impressos) e R$ 69 mil em 2016.
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Evolução da votação nas eleições
3.446 votos em 2022 · 11 eleições
A votação de Francisco Tarcísio Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2022: R$ 389 mil em receitas · R$ 381 mil em gastos
Tarcísio Silva declarou receitas e gastos ao TSE em 8 campanhas: deputado federal por Espírito Santo em 2006, 2010 e 2022, vereador em Linhares (ES) em 2008, 2012, 2016 e 2020, e deputado estadual por Espírito Santo em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 389 mil em receitas: R$ 350 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 39 mil de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 381 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 120 mil) e publicidade por adesivos (R$ 52 mil). Em 2020, 59% dos R$ 7 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2016, R$ 69 mil em gastos contratados.
Receitas em 2022R$ 389 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 381 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 7 milcampanha encerrada; tudo pago
partido e outras campanhas 36% · pessoas 24% · empresas 29% · próprios 12%
Gasto contratado
R$ 69 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 22 mil32,0%
Outras 12 categoriasinclui R$ 7 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 47 mil68,0%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2004ELEITO2.677LLinhares, Espírito Santo · 40 anos · Superior completo · PL · nº 22222 · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 2000ELEITO1.393LLinhares, Espírito Santo · 36 anos · Superior completo · Membros do Poder Legislativo: Senador, Deputados e Vereador · PFL · nº 25222 · ver resultado completo
Vereador · 1996ELEITO868LLinhares, Espírito Santo · 32 anos · Superior completo · PDT · nº 12667 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.