Marco Antonio dos Santos

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Marco Antonio dos Santos
10 eleições entre 2002 e 2020 · último partido PV
53 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Publicitário
redes informadas ao TSE
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Marco Santos Mikonga (Marco Antônio dos Santos) disputou 10 eleições entre 2002 e 2020, para prefeito, deputado estadual, deputado federal e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2002, para deputado federal por RS: 3.076 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Campo Bom/RS, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 5 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 300 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 920), militância e mobilização de rua (R$ 637) e publicidade por materiais impressos (R$ 583). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 2 mil em 2018 (49% com combustíveis e lubrificantes) e R$ 800 em 2016.

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Evolução da votação nas eleições

131 votos em 2020 · 10 eleições

A votação de Marco Antonio dos Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalVereadorPrefeitoDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 6 mil em receitas · R$ 2 mil em gastos

Marco Santos Mikonga declarou receitas e gastos ao TSE em 8 campanhas: deputado federal por Rio Grande do Sul em 2006, 2010 e 2014, prefeito em Campo Bom (RS) em 2008, 2016 e 2020, vereador em Campo Bom (RS) em 2012, e deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 5 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 300 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 920) e militância e mobilização de rua (R$ 637). Em 2018, 49% dos R$ 2 mil em gastos foram com combustíveis e lubrificantes; em 2016, 83% dos R$ 800 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2020R$ 6 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 2 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 2 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas8de 2006 a 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Prefeito, Campo Bom (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
sem doações de pessoas
FEFC 95% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 2 mil
tudo pago (100%)
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 92040,3%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 63727,8%
  • Materiais impressosR$ 58325,5%
  • Outras 2 categoriasR$ 1466,4%
2018Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
doações de pessoas
FEFC 8% · Fundo Partidário 2% · partido e outras campanhas 82% · pessoas 8%
Gasto contratado
R$ 2 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 86034,8%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 40016,2%
  • Outras 2 categoriasR$ 1 mil49,0%
2016Prefeito, Campo Bom (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 800
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 800
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 66082,5%
  • Serviços de terceirosR$ 14017,5%
Ver as 5 campanhas anteriores
2014Deputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 56046,7%
  • Serviços de terceirosR$ 20016,7%
  • Outras 2 categoriasR$ 44036,7%
2012Vereador, Campo Bom (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 3% · próprios 97%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil50,6%
  • Materiais impressosR$ 682,0%
  • Outras 4 categoriasR$ 2 mil47,4%
2010Deputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
sem doações de pessoas
empresas 23% · próprios 77%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 80036,2%
  • Outras 3 categoriasR$ 1 mil63,8%
2008Prefeito, Campo Bom (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 45
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 45
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 45100,0%
2006Deputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 79473,6%
  • Outras 3 categoriasR$ 28526,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

10 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Marco Antonio dos Santos (Marco Santos Mikonga): candidaturas e votos · Radar do Voto