- PessoalR$ 371 mil32,9%
- Materiais impressosR$ 248 mil22,0%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 90 mil8,0%
- Locação de imóveisR$ 5 mil0,4%
- Outras 11 categoriasinclui R$ 60 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 414 mil36,7%
Kelps (Kelps de Oliveira Lima) disputou 6 eleições entre 2010 e 2022, para deputado federal, prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 2 vezes: deputado estadual em 2018 e 2014. A maior votação foi em 2022, para deputado federal por RN: 79.025 votos. Na campanha de 2022 para deputado federal por RN, declarou R$ 1,2 milhão em receitas: R$ 1 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 61 mil de outros recursos do partido, R$ 35 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,1 milhão, principalmente com pessoal (R$ 371 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 248 mil) e eventos de promoção da candidatura (R$ 175 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 235 mil em 2020 (41% com impulsionamento de conteúdos) e R$ 108 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Kelps de Oliveira Lima em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Kelps declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado estadual por Rio Grande do Norte em 2010, 2014 e 2018, prefeito em Natal (RN) em 2016 e 2020, e deputado federal por Rio Grande do Norte em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 1,2 milhão em receitas: R$ 1 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 61 mil de outros recursos do partido, R$ 35 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,1 milhão, principalmente com pessoal (R$ 371 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 248 mil). Em 2020, 41% dos R$ 235 mil em gastos contratados foram com impulsionamento de conteúdos; em 2018, 40% dos R$ 108 mil em gastos foram com impulsionamento de conteúdos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.