- Serviços de terceirosR$ 1 mil35,3%
- Materiais impressosR$ 75023,5%
- Serviços advocatíciosR$ 50015,7%
- Serviços contábeisR$ 50015,7%
- Outras 2 categoriasR$ 3109,7%
Julia Aquino (Julia Alves de Aquino Araujo) disputou 3 eleições entre 2012 e 2020, para vereadora e deputada federal. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para deputada federal por PI: 755 votos. Na campanha de 2020 para vereadora em Picos/PI, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 2 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 750 de doações privadas e R$ 312 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 1 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 750) e serviços advocatícios (R$ 500). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 3 mil em 2014 (74% com serviços de terceiros) e R$ 200 em 2012.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Julia Alves de Aquino Araujo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Julia Aquino declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereadora em Picos (PI) em 2012 e 2020, e deputada federal por Piauí em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 2 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 750 de doações privadas e R$ 312 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 1 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 750). Em 2014, 74% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros; em 2012, 100% dos R$ 200 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.