- Militância e mobilização de ruaR$ 42 mil63,6%
- Cessão ou locação de veículosR$ 15 mil22,7%
- PessoalR$ 9 mil13,6%
Elenil da Penha (REPUBLICANOS) ficou como suplente de deputado estadual pelo Tocantins em 2026, com 6.811 votos, pelo resultado oficial do TSE. Elenil da Penha (Elenil da Penha Alves de Brito) disputou 12 eleições entre 1996 e 2026, para deputado estadual, vice-prefeito, prefeito e vereador. Ele foi eleito 7 vezes: deputado estadual em 2018 e 2014; vice-prefeito de Araguaína em 2012; vereador de Araguaína em 2008, 2004, 2000 e 1996. A maior votação foi em 2020, para prefeito em Araguaína/TO: 29.094 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por TO, declarou R$ 349 mil em receitas: R$ 170 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 171 mil do Fundo Partidário, R$ 548 de outras campanhas e R$ 8 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 66 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 42 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 15 mil) e pessoal (R$ 9 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 427 mil em 2022 (64% com pessoal) e R$ 852 mil em 2020.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Elenil da Penha Alves de Brito em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Elenil da Penha declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: vereador em Araguaína (TO) em 2008, deputado estadual por Tocantins em 2010, 2014, 2018, 2022 e 2026, e prefeito em Araguaína (TO) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 349 mil em receitas: R$ 170 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 171 mil do Fundo Partidário, R$ 548 de outras campanhas e R$ 8 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 66 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 42 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 15 mil); R$ 0 já foram pagos. Em 2022, 64% dos R$ 427 mil em gastos foram com pessoal; em 2020, R$ 852 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.