- Militância e mobilização de ruaR$ 235 mil82,6%
- Cessão ou locação de veículosR$ 40 mil13,9%
- PessoalR$ 10 mil3,5%
Ivanilson Marinho (UNIÃO) ficou como suplente de deputado estadual pelo Tocantins em 2026, com 4.522 votos, pelo resultado oficial do TSE. Ivanilson Marinho (Ivanilson da Silva Marinho) disputou 6 eleições entre 2012 e 2026, para deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 4 vezes: vereador de Gurupi em 2024, 2020, 2016 e 2012. A maior votação foi em 2026, para deputado estadual por TO: 4.522 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por TO, declarou R$ 398 mil em receitas: R$ 260 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 119 mil do Fundo Partidário, R$ 5 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 14 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 284 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 235 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 40 mil) e pessoal (R$ 10 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 59 mil em 2024 (68% com militância e mobilização de rua) e R$ 65 mil em 2022.
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A votação de Ivanilson da Silva Marinho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Ivanilson Marinho declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: vereador em Gurupi (TO) em 2012, 2016, 2020 e 2024, e deputado estadual por Tocantins em 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 398 mil em receitas: R$ 260 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 119 mil do Fundo Partidário, R$ 5 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 14 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 284 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 235 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 40 mil); R$ 99 mil já foram pagos. Em 2024, 68% dos R$ 59 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua; em 2022, R$ 65 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.