- Serviços de terceirosR$ 183 mil48,8%
- Publicidade por adesivosR$ 58 mil15,4%
- Eventos de promoção da candidaturaR$ 45 mil12,1%
- Cessão ou locação de veículosR$ 39 mil10,4%
- Outras 6 categoriasR$ 50 mil13,3%
Dulce Miranda (UNIÃO) ficou como suplente de deputada estadual pelo Tocantins em 2026, com 4.191 votos, pelo resultado oficial do TSE. Dulce Miranda (Dulce Ferreira Pagani Miranda) disputou 4 eleições entre 2014 e 2026, para deputada estadual e deputada federal. Ela foi eleita 2 vezes: deputada federal em 2018 e 2014. A maior votação foi em 2014, para deputada federal por TO: 75.934 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 121,7 milhões empenhados em 88 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2023, para 67 municípios; 96% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputada estadual por TO, declarou R$ 555 mil em receitas: R$ 500 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 39 mil do Fundo Partidário, R$ 2 mil de outros recursos do partido e R$ 14 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 375 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 183 mil), publicidade por adesivos (R$ 58 mil) e eventos de promoção da candidatura (R$ 45 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 2,5 milhões em 2022 e R$ 2,4 milhões em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Dulce Ferreira Pagani Miranda em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Dulce Miranda declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputada federal por Tocantins em 2014, 2018 e 2022, e deputada estadual por Tocantins em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 555 mil em receitas: R$ 500 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 39 mil do Fundo Partidário, R$ 2 mil de outros recursos do partido e R$ 14 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 375 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 183 mil) e publicidade por adesivos (R$ 58 mil); R$ 357 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 2,5 milhões em gastos; em 2018, R$ 2,4 milhões em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Dulce Miranda teve R$ 121,7 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 88 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2023, para 67 municípios. Já foram pagos R$ 116,4 milhões (96%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu na legislatura 2019 a 2022 foi Saúde (50%). As cidades que mais receberam na legislatura 2019 a 2022 foram Araguacema, São Sebastião do Tocantins e Porto Nacional. Por legislatura: na legislatura 2019 a 2022, R$ 81,2 milhões em 54 emendas; na legislatura 2015 a 2018, R$ 40,5 milhões em 34 emendas.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2023 | R$ 32,1 milhões | R$ 32,1 milhões | 100% | 25 | 11 |
| 2022 | R$ 17,6 milhões | R$ 17,6 milhões | 100% | 9 | 23 |
| 2021 | R$ 16,2 milhões | R$ 16,2 milhões | 100% | 5 | 15 |
| 2020 | R$ 15,3 milhões | R$ 13,8 milhões | 90% | 15 | 16 |
| Legislatura 2019 a 2022 | R$ 81,2 milhões | R$ 79,8 milhões | 98% | 54 | 48 |
Funções que mais receberam (2019 a 2022)
Municípios que mais receberam (2019 a 2022)
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 01/10/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.