- Publicidade por adesivosR$ 163 mil16,3%
- Cessão ou locação de veículosR$ 154 mil15,4%
- Serviços próprios prestados por terceirosR$ 143 mil14,3%
- Serviços de terceirosR$ 83 mil8,3%
- Outras 12 categoriasR$ 457 mil45,7%
Soares Filho de Luzimangues (PP) ficou como suplente de deputado estadual pelo Tocantins em 2026, com 2.461 votos, pelo resultado oficial do TSE. Soares Filho de Luzimangues (Raimundo Nonato Soares Filho) disputou 4 eleições entre 2016 e 2026, para deputado estadual, vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Porto Nacional em 2020. A maior votação foi em 2026, para deputado estadual por TO: 2.461 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por TO, declarou R$ 1,1 milhão em receitas: R$ 1 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 100 mil do Fundo Partidário e R$ 2 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 1 milhão, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 163 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 154 mil) e serviços próprios prestados por terceiros (R$ 143 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 13 mil, 45% com militância e mobilização de rua.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Raimundo Nonato Soares Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Soares Filho de Luzimangues declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Porto Nacional (TO) em 2016 e 2020, e deputado estadual por Tocantins em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,1 milhão em receitas: R$ 1 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 100 mil do Fundo Partidário e R$ 2 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 1 milhão, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 163 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 154 mil); R$ 982 mil já foram pagos. Em 2016, 45% dos R$ 13 mil em gastos contratados foram com militância e mobilização de rua. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.