- Serviços de terceirosR$ 70 mil27,1%
- PessoalR$ 60 mil23,2%
- Cessão ou locação de veículosR$ 39 mil15,0%
- Serviços advocatíciosR$ 25 mil9,7%
- Outras 6 categoriasR$ 65 mil25,0%
Roberlan Cokim Fiscal do Povo (PP) ficou como suplente de deputado federal pelo Tocantins em 2026, com 3.477 votos, pelo resultado oficial do TSE. Roberlan Cokim Fiscal do Povo (Roberlan Barbosa da Silva) disputou 6 eleições entre 2008 e 2026, para deputado federal, prefeito, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Tocantinópolis em 2020. A maior votação foi em 2024, para prefeito em Tocantinópolis/TO: 4.435 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por TO, declarou R$ 511 mil em receitas: R$ 500 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 548 de outras campanhas e R$ 11 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 258 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 70 mil), pessoal (R$ 60 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 39 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 33 mil em 2024 e R$ 24 mil em 2022.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Roberlan Barbosa da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Roberlan Cokim Fiscal do Povo declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: vereador em Tocantinópolis (TO) em 2008 e 2020, prefeito em Tocantinópolis (TO) em 2016 e 2024, deputado estadual por Tocantins em 2022, e deputado federal por Tocantins em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 511 mil em receitas: R$ 500 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 548 de outras campanhas e R$ 11 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 258 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 70 mil) e pessoal (R$ 60 mil); R$ 108 mil já foram pagos. Em 2024, R$ 33 mil em gastos; em 2022, 48% dos R$ 24 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.