- Serviços de terceirosR$ 18 mil47,7%
- Cessão ou locação de veículosR$ 7 mil18,6%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 5 mil13,3%
- Materiais impressosR$ 3 mil9,2%
- Outras 3 categoriasR$ 4 mil11,3%
Prof. George França (PV) ficou como suplente de deputado estadual pelo Tocantins em 2026, com 400 votos, pelo resultado oficial do TSE. Prof. George França (George França dos Santos) disputou 2 eleições entre 2022 e 2026, para deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2022, para deputado estadual por TO: 913 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por TO, declarou R$ 50 mil em receitas: R$ 45 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 5 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 38 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 18 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 7 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 5 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Na campanha de 2022, já encerrada, gastou R$ 95 mil, 65% com militância e mobilização de rua.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de George França dos Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Prof. George França declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Tocantins em 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 50 mil em receitas: R$ 45 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 5 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 38 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 18 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 7 mil); R$ 35 mil já foram pagos. Em 2022, 65% dos R$ 95 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.