Adir Cardoso Gentil

Foto de Adir Cardoso Gentil
Adir Cardoso Gentil
6 eleições entre 1994 e 2026 · último partido PL
68 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Empresário
redes informadas ao TSE
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Adir Gentil (PL) ficou como suplente de deputado federal pelo Tocantins em 2026, com 1.348 votos, pelo resultado oficial do TSE. Adir Gentil (Adir Cardoso Gentil) disputou 6 eleições entre 1994 e 2026, para deputado federal, 2º suplente, deputado estadual e 1º suplente senador. Ele foi eleito 1 vez: 1º suplente senador em 1994. A maior votação foi em 2002, para deputado federal por SC: 24.218 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por TO, declarou R$ 736 mil em receitas: R$ 702 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 27 mil do Fundo Partidário, R$ 2 mil de outras campanhas e R$ 5 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 710 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 356 mil), serviços advocatícios (R$ 70 mil) e pessoal (R$ 68 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Na campanha de 2018, já encerrada, gastou R$ 344 mil, 47% com militância e mobilização de rua.

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Evolução da votação nas eleições

1.348 votos em 2026 · 6 eleições

A votação de Adir Cardoso Gentil em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

SenadorDep. EstadualDep. Federalvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 736 mil em receitas · R$ 710 mil em gastos contratados

Adir Gentil declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por Tocantins em 2018 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 736 mil em receitas: R$ 702 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 27 mil do Fundo Partidário, R$ 2 mil de outras campanhas e R$ 5 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 710 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 356 mil) e serviços advocatícios (R$ 70 mil); R$ 523 mil já foram pagos. Em 2018, 47% dos R$ 344 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.

Receitas em 2026R$ 736 milparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 710 milcontratados, parcial; R$ 523 mil pagos
Gastos em 2018R$ 344 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas22018 e 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado federal, TocantinsVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 736 mil
doações de pessoas
FEFC 95% · Fundo Partidário 4% · partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas menos de 1%
Gasto contratado
R$ 710 mil
pago até agora: R$ 523 mil (74%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 356 mil50,1%
  • Serviços advocatíciosR$ 70 mil9,9%
  • PessoalR$ 68 mil9,6%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 66 mil9,3%
  • Outras 7 categoriasR$ 150 mil21,1%
2018Deputado federal, TocantinsVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 365 mil
13 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 19% · pessoas 57% · próprios 24%
Gasto contratado
R$ 344 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 163 mil47,3%
  • PessoalR$ 146 mil42,3%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 10 mil2,9%
  • Materiais impressosR$ 10 mil2,8%
  • Outras 6 categoriasR$ 16 mil4,6%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 1994

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892