- Combustíveis e lubrificantesR$ 18 mil25,1%
- Publicidade por adesivosR$ 16 mil23,0%
- Materiais impressosR$ 12 mil16,8%
- Serviços contábeisR$ 6 mil8,2%
- Outras 7 categoriasinclui R$ 7 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 19 mil26,8%
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Vitão (Vitor Aparecido Fedrigo) disputou 7 eleições entre 1996 e 2020, para prefeito, vereador e vice-prefeito. Ele foi eleito 4 vezes: prefeito de Itambé em 2020 e 2016; vice-prefeito de Itambé em 2004; vereador de Itambé em 1996. A maior votação foi em 2020, para prefeito em Itambé/PR: 2.806 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Itambé/PR, declarou R$ 80 mil em receitas: R$ 25 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 45 mil de doações privadas (14 doadores) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 70 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 18 mil), publicidade por adesivos (R$ 16 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 12 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 21 mil em 2016 e R$ 734 em 2008.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Vitor Aparecido Fedrigo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Vitão declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Itambé (PR) em 2008, e prefeito em Itambé (PR) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 80 mil em receitas: R$ 25 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 45 mil de doações privadas (14 doadores) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 70 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 18 mil) e publicidade por adesivos (R$ 16 mil). Em 2016, R$ 21 mil em gastos contratados; em 2008, 82% dos R$ 734 em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.