Luiz Barbosa de Deus

Foto de Luiz Barbosa de Deus
Luiz Barbosa de Deus
8 eleições entre 1994 e 2020 · último partido PSD
82 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Prefeito
Comparar

Luiz de Deus (Luiz Barbosa de Deus) disputou 8 eleições entre 1994 e 2020, para prefeito, deputado estadual e deputado federal. Ele foi eleito 6 vezes: prefeito de Paulo Afonso em 2020 e 2016; deputado estadual em 2006, 2002, 1998 e 1994. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por BA: 59.556 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Paulo Afonso/BA, declarou R$ 388 mil em receitas: R$ 40 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 318 mil de doações privadas (30 doadores) e R$ 30 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 388 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 111 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 75 mil) e serviços contábeis (R$ 45 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 278 mil em 2016 e R$ 633 mil em 2014.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

23.015 votos em 2020 (eleito) · 8 eleições

A votação de Luiz Barbosa de Deus em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualDep. FederalPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 388 mil em receitas · R$ 388 mil em gastos

Luiz de Deus declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Bahia em 2006 e 2014, deputado federal por Bahia em 2010, e prefeito em Paulo Afonso (BA) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 388 mil em receitas: R$ 40 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 318 mil de doações privadas (30 doadores) e R$ 30 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 388 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 111 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 75 mil). Em 2016, R$ 278 mil em gastos contratados; em 2014, R$ 633 mil em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 388 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 388 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 278 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2006 a 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Prefeito, Paulo Afonso (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 388 mil
30 doadores pessoas físicas
FEFC 10% · pessoas 82% · próprios 8%
Gasto contratado
R$ 388 mil
tudo pago (100%)
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 111 mil28,5%
  • Materiais impressosR$ 75 mil19,3%
  • Serviços contábeisR$ 45 mil11,6%
  • Publicidade por carros de somR$ 40 mil10,3%
  • Outras 8 categoriasR$ 118 mil30,3%
2016Prefeito, Paulo Afonso (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 278 mil
14 doadores pessoas físicas
pessoas 40% · próprios 60%
Gasto contratado
R$ 278 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por carros de somR$ 92 mil33,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 25 mil8,9%
  • Eventos de promoção da candidaturaR$ 19 mil6,8%
  • PessoalR$ 14 mil5,0%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 85 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 128 mil46,1%
2014Deputado estadual, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 633 mil
5 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 81% · pessoas 7% · empresas 10% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 633 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 230 mil36,4%
  • Materiais impressosR$ 113 mil17,8%
  • Criação e inclusão de páginas na internetR$ 80 mil12,6%
  • Publicidade por carros de somR$ 65 mil10,3%
  • Outras 10 categoriasR$ 145 mil22,9%
Ver as 2 campanhas anteriores
2010Deputado federal, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 395 mil
doações de pessoas
Fundo Partidário 25% · partido 25% · pessoas 25% · empresas 20% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 395 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 226 mil57,1%
  • Publicidade por carros de somR$ 43 mil11,0%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 28 mil7,0%
  • PessoalR$ 26 mil6,6%
  • Outras 13 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 72 mil18,3%
2006Deputado estadual, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 461 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 79% · pessoas 1% · empresas 19% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 461 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 143 mil31,0%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 140 mil30,4%
  • Transporte ou deslocamentoR$ 50 mil10,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 41 mil9,0%
  • Outras 10 categoriasR$ 87 mil18,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

9 candidaturas · eleito em 2006, 2016 e 2020

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Luiz Barbosa de Deus (Luiz de Deus): candidaturas e votos · Radar do Voto