Fernando Carneiro da Silva

Foto de Fernando Carneiro da Silva
Fernando Carneiro da Silva
2 eleições entre 2016 e 2020 · PSD
52 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Prefeito
redes informadas ao TSE
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Dr. Fernando Carneiro (Fernando Carneiro da Silva) disputou 2 eleições entre 2016 e 2020, para prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Niquelândia em 2020 e 2016. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Niquelândia/GO: 12.598 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Niquelândia/GO, declarou R$ 167 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 49 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 18 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 162 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 45 mil), produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 30 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 21 mil).

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Evolução da votação nas eleições

9.135 votos em 2020 (eleito) · 2 eleições

A votação de Fernando Carneiro da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Prefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 167 mil em receitas · R$ 162 mil em gastos

Dr. Fernando Carneiro declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Niquelândia (GO) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 167 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 49 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 18 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 162 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 45 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 30 mil).

Receitas em 2020R$ 167 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 162 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas22016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Prefeito, Niquelândia (GO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 167 mil
6 doadores pessoas físicas
FEFC 60% · pessoas 29% · próprios 11%
Gasto contratado
R$ 162 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 45 mil28,1%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 30 mil18,5%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 21 mil12,9%
  • Serviços de terceirosR$ 10 mil6,2%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 35 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 55 mil34,3%
2016Prefeito, Niquelândia (GO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 172 mil
19 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 6% · pessoas 61% · próprios 33%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas · eleito em 2016 e 2020

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Fernando Carneiro da Silva (Dr. Fernando Carneiro): candidaturas e votos · Radar do Voto