Marcelo Aguilar Iunes

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Marcelo Aguilar Iunes
8 eleições entre 2000 e 2026 · último partido PP
55 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Biomédico
redes informadas ao TSE
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Marcelo Iunes (Marcelo Aguilar Iunes) disputou 7 eleições entre 2000 e 2020, para prefeito, vice-prefeito, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 5 vezes: prefeito de Corumbá em 2020; vice-prefeito de Corumbá em 2016; vereador de Corumbá em 2012, 2008 e 2004. A maior votação foi em 2020, para prefeito em Corumbá/MS: 21.208 votos. Em 2026, concorre a deputado estadual por MS pelo PP. Na campanha de 2026 para deputado estadual por MS, declarou R$ 250 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 149 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 40 mil), serviços contábeis (R$ 30 mil) e serviços advocatícios (R$ 30 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 639 mil em 2020 e R$ 587 mil em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

21.208 votos em 2020 (eleito) · 8 eleições · 2026 em disputa

A votação de Marcelo Aguilar Iunes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 250 mil em receitas · R$ 149 mil em gastos contratados

Marcelo Iunes declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Corumbá (MS) em 2008 e 2012, deputado estadual por Mato Grosso do Sul em 2014 e 2026, e prefeito em Corumbá (MS) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 250 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 149 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 40 mil) e serviços contábeis (R$ 30 mil); R$ 0 já foram pagos. Em 2020, R$ 639 mil em gastos; em 2014, 78% dos R$ 587 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026.

Receitas em 2026R$ 250 milparcial, até 27/09/2026
Gastos em 2026R$ 149 milcontratados, parcial; R$ 0 pagos
Gastos em 2020R$ 639 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas5de 2008 a 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado estadual, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 250 mil
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
R$ 149 mil
pago até agora: R$ 0 (0%)
  • Materiais impressosR$ 40 mil26,9%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 32 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 109 mil73,1%
2020Prefeito, Corumbá (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 677 mil
37 doadores pessoas físicas
FEFC 23% · pessoas 66% · próprios 12%
Gasto contratado
R$ 639 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 145 mil22,7%
  • Materiais impressosR$ 76 mil11,9%
  • PessoalR$ 57 mil8,8%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 9 mil1,3%
  • Locação de imóveisR$ 6 mil0,9%
  • Outras 8 categoriasR$ 347 mil54,4%
2014Deputado estadual, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 588 mil
27 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 60% · pessoas 34% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 587 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 459 mil78,0%
  • Materiais impressosR$ 27 mil4,6%
  • Materiais impressosR$ 10 mil1,7%
  • Locação de imóveisR$ 4 mil0,6%
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil0,5%
  • Outras 10 categoriasR$ 86 mil14,6%
Ver as 2 campanhas anteriores
2012Vereador, Corumbá (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 22 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 21% · pessoas 56% · próprios 23%
Gasto contratado
R$ 16 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 15 mil90,0%
  • Materiais impressosR$ 8405,2%
  • Outras 1 categoriaR$ 7784,8%
2008Vereador, Corumbá (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 24 mil
4 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 33% · pessoas 50% · empresas 17% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 24 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 10 mil41,2%
  • Materiais impressosR$ 4 mil17,7%
  • Locação de imóveisR$ 1 mil4,2%
  • Outras 4 categoriasR$ 9 mil36,9%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 2012, 2016 e 2020 · em disputa em 2026

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Marcelo Iunes (PP): Deputado Estadual por MS em 2026, candidaturas e votos · Radar do Voto