- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 31 mil31,1%
- Materiais impressosR$ 30 mil30,0%
- Serviços advocatíciosR$ 10 mil10,0%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 9 mil8,6%
- Outras 9 categoriasR$ 20 mil20,2%
Mario Afonso Cena (Mário Afonso Woitexem) disputou 3 eleições entre 2006 e 2020, para prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Pinhalzinho em 2020 e 2016. A maior votação foi em 2020, para prefeito em Pinhalzinho/SC: 6.227 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Pinhalzinho/SC, declarou R$ 100 mil em receitas: R$ 24 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 52 mil de doações privadas (23 doadores) e R$ 25 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 100 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 31 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 30 mil) e serviços advocatícios (R$ 10 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 108 mil em 2016 e R$ 18 mil em 2006.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Mário Afonso Woitexem em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Mario Afonso Cena declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Santa Catarina em 2006, e prefeito em Pinhalzinho (SC) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 100 mil em receitas: R$ 24 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 52 mil de doações privadas (23 doadores) e R$ 25 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 100 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 31 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 30 mil). Em 2016, R$ 108 mil em gastos contratados; em 2006, 43% dos R$ 18 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.